No mundo de hoje, e ainda por muitos anos, saber comunicar-se em inglês é de suma importância. Acho que dessa afirmativa ninguém duvida.

Roraima faz fronteira com a Guiana (ex-Inglêsa), onde o idioma falado é, obviamente, o inglês. São 125km de Boa Vista até a fronteira e de lá pouco mais de 400km para a capital Georgetown.

Penso que os guiananenses, pela proximidade e pelo poder econômico do Brasil, gostaríam de estudar português. Assim poderemos juntar as duas nessidades e desejos dos dois povos para promover um intercâmbio cultural forte. Tendo como pano de fundo o estudo das línguas inglêsa e portuguesa.

Os governos da Guiana e de Roraima, que tanto se encontram aqui e lá, poderiam cada um no seu lugar, estabelecer CASAS DE CULTURA PARA O ESTUDO DE LÍNGUA. Os de Roraima iríam para Georgetown, ficaríam hospedados na própria Casa da Cultura e lá estudariam inglês. O Governo da Guiana custearia as despesas e os professores da casa de lá. O mesmo aconteceria com Roraima com a Casa daqui.

Os jovens seriam selecionados por uma equipe de professores locais junto com as famílias que seriam responsáveis pelo deslocamento e cuidados e despesas extra classe em cada um dos locais de estudo.

A atividade de intercâmbio existe no mundo inteiro e com jovens adolescentes. Muita gente vai para os USA, Inglaterra, Austrália, França, e etc. E por que não para a Guiana?

PS. Qual sua opinião? Você deixaria seu filho(a) adolescente morar no exterior por um período de sua vida? Você quer que ele saiba inglês e aprenda com nativos?

  1. 4 de May de 2010
    Fabiana Melo

    Bom dia!

    Acho importante adquirir novos meios de comunicação, e inclusive buscar novos rumos, sempre optei por evoluir, e com isso inovar sempre.
    O intercâmbio é uma forma de aprender a lidar com os outros e assim testar sua sobrevivencia fora do seu habitat natural, fora de seu domicilio, principalmente a adolescentes altamente dependente dos pais. Sou a favor a independência , talvez por ser assim desde muito nova, acredito q vc deixar o filho desde criança tornar-se livre das “asinhas da familia”, transforma-o em batalhador e cheio de êxitos pela frente, claro, desde q seja de uma criação com educação, sabendo o certo e o errado respeito e dignidade.

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