No Centro Civico Joaquim Nabuco, praca principal de Boa Vista, ha um belo monumento ao Garimpeiro. Ele foi erguido na decada de 70 no governo Helio Campos. Hoje o movimento de Boa Vista em torno da praca deixou-o meio apagado, pelo seu tamanho.

A ideia que trago hoje para o debate e construir sob o Garimpeiro um amplo salao subterraneo de 2 a 3 metros abaixo e nele instalar o MEMORIAL DO LAVRADO – trata-se de um lugar onde o lavrado de Roraima seria desenhado ou fotografado e colocado nas suas paredes com um jogo de luz e de temperatura que permitisse ao turista conhecer o Lavrado as 6h da manha, ao meio dia, as 18h e a meia noite.

O monumento ao Garimpeiro seria elevado a uns 1o ou 15 metros de altura e bem iluminado de tal sorte que por escadas rolantes o turista poderia ver a praca de uma posicao mais alta.

O MEMORIAL DO LAVRADO, no centro da cidade e bem representado com a fauna e a flora de Roraima como tamanduas, tatus, buritizeiros, mirixizeiros, paricaranas, caimbes, etc daria uma ideia exata do que e o nosso fantastico lavrado e se tornaria um ponto de atracao turistica da cidade.

PS.: Voce esta livre para manifestar sua opiniao. Ajustando a ideia sob seu ponto de vista e enriqucendo-a

  1. 11 de June de 2010
    Marcia Brazao

    Boa noite..

    É uma bela idéia, mas quando olho para aquela região das praça das águas, monumento do garimpeiro, a área próximo à Oi (onde montam a árvore de natal de garrafas PET), lembro da falta de policiamento, do anfiteatro servindo de dormitório, da prostituição ao lado dos belos monumentos que temos. Adoraria um memorial similar ao do JK em Brasilia, sei que estamos beeeem longe disto, mas afinal o que é o longe? Longe é apenas pensar e jamais botar em prática. Temos uma secretaria de turismo, já conheci vários amigos que foram gestores de lá e alguns pouco fizeram. O curso de turismo do IFRR leva sempre os alunos ao Tepequem e à Santa Elena, será que são esses nossos pontos turísticos? Sem desmerecer, já fizeram várias retrospectivas da Roraima antiga, mas precisamos evoluir. Há quanto tempo não temos uma novidade no turismo? Qual foi a última? A orla Taumanã que hoje em dia serve de palco de tragédias para alunos fujões? Ou as estrelas ao lado do Totozão que hoje em dia perderam seu brilho, já que só vivem apagadas.

    Parece um comentário bem pessimista, mas a realidade precisa ser encarada e mudada!! E urgente..Nós temos que cuidar do que temos a oferecer, temos que lembrar que todo o bem deve ser cuidado, vigiado e preservado

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