Sem duvida o Monte Roraima é um importante e conhecido ponto turístico de toda região Amazônica e a Venezuela. Turistas do mundo inteiro chegam ã Venezuela para visitar o Monte Roraima. Pagam caro por isso.

Todavia o mais interessante e que os turistas brasileiros precisam ir à Venezuela, pagar para os venezuelanos para poderem subir aquele Monte. O acesso só é possível pelo lado da Venezuela.

O Monte esta exatamente na divisa entre os dois países e mais a Guyana. É a chamada tríplice fronteira. A pergunta e: “Por que não se tem acesso ao Monte Roraima pelo lado brasileiro?” A resposta é a seguinte: Pelo lado brasileiro o Monte apresenta uma inclinação negativa de aproximadamente 600 a 800m de altura. A escalada só é permitida para experientes alpinistas. Mas poderia ser totalmente realizável se um teleférico, tipo bondinho do Pão de Açúcar do Rio de Janeiro, fosse construído do lado do Brasil. O turista subiria esses 800m pelo teleférico e dai prosseguiria se assim desejasse ate o pico.

Na base do teleférico seria montada uma infra estrutura hoteleira de alto nível para os turistas que desejassem se hospedar por ali e usar o teleférico.

No mais, seria estrada de bom nível, serviços de hotelaria, internet, TV, etc.

Isso sim desenvolverá o turismo em Roraima e na Amazônia. A partir daí, não precisaríamos ir ate a Venezuela e ao contrario poderíamos receber os turistas do mundo inteiro que vistam aquele ponto turístico constantemente.

Isso é mais uma idéia para ser discutida e aprimorada pelos internautas e comentaristas desse Blog. Tenho o propósito de discutir e ampliar a participação.

Monte Roraima.

Foto: WWW.aleitdaatracao.blogspot.com

Outra vista do Monte Roraima

Foto: WWW.jornalorebate.com.br

  1. 24 de January de 2011

    Olá Prof. Aimberê! Parabéns pela constante preocupação com políticas que visem à qualidade de vida e desenvolvimento de nossa região amazônica. Sou totalmente a favor da implementação de infra-estrutura turística para desenvolver o setor na região. Mas no momento, temo pelo referido teleférico no alto do nosso mais rico patrimônio natural e cultural. É uma área que envolve gestão compartilhada entre Ibama, Exército e Povo Ingaricó. Penso que devemos pensar primeiramente na melhor forma de implementar o turismo em áreas indígenas, tomando a Venezuela como referência de organização econômica e gestão de parques nacionais, mas sem descartar os graves problemas que os taurepang enfrentam principalmente com o alcoolismo e desnutrição, motivados pelo contato desequilibrado com hábitos que não condizem com sua condição sócio-cultural. Talvez o teleférico possa estimular um turismo de massa, quando na realidade, a região é propicia para o ecoturismo, que gera muita renda, mas com públicos específicos, que estão realmente dispostos a pagar para ter contato com este recanto da Amazônia. São ideias…

    • 24 de January de 2011

      Ë verdade. O projeto, se algum dia vier a ser implentado,tem que ser SUSTENTÁVEL e para tal deve privilegiar o Social (incluindo aí as etnias), o Ambiental e finalmente o Econômico. Precisamos dar emprego para muita gente. E o Monte Roraima, assim como outros sítios devem ser colocados à disposição da sociedade para visitar, conhecer, etc.
      Obrigado pelo comentário.
      Aimberê Freitas

  2. 24 de January de 2011
    Ken Rendón

    Interesante idea, lo único que me pone pensativo es la conservación del ecosistema, en estos momentos estamos teniendo ciertas complicaciones en cuanto a contaminación, deforestación y otros daños ambientales en la Gran Sabana, Canaima y otros lugares turísticos en la selva Venezolana, es muy importante que cualquier plan en materia de Turismo en estas zonas tome en cuenta, siempre de primero, el equilibrio y cuidado del ecosistema. Saludos.

    • 24 de January de 2011

      EStás muito certo. Um plano tem que ter três pilares: Econômico, Social e Ambiental. Sem isto não se deve levar em consideração. Obrigado pelo comentário

  3. 24 de January de 2011

    Estou, através dos artigos do Doutor Aimberê Freitas, conhecendo o norte do Brasil e suas fantásticas potencialidades econômicas. Estes textos encontram na Constituição brasileira o seu apoio quando esta determina o planejamento e plano econômico possuindo o professor Aimberê Freitas todos os elementos necessários para a composição da política econômica para o setor de turismo e, conforme observado no artigo “Turismo Europeu na Amazônia”, a implementação de suas propostas encontram-se perfeitamente ajustadas a missão de integração aos países de nosso continente uma segunda determinação constitucional ainda negligenciada.

    • 24 de January de 2011

      Doutor Wladimir. Obrigado pelas constatações vindo de uma pessoa como você que possui bons conhecimentos da Legislação brasileira. Vamos interagir para dar ao Brasil a dimensão real de sua potencialidade. Turis,o é uma delas. Grato Pelo comentário
      Aimberê Freitas

  4. 24 de January de 2011

    Olá Prof.parabéns pela matéria,acho que no nosso Brasil ainda há muito a se fazer pelo turismo.Há muitos pontos turisticos que poderiam ser mais explorados,como neste caso.Mais uma vêz parabéns pela sua luta e pelo seu interesse pelo seu trabalho !!!

  5. 24 de January de 2011

    Verdade. O que necessitamos é pela ordem:
    1- Idéias que possam se converter em projetos
    2-Transformação dos projetos em Programas e em Políticas Públicas e
    3- Ação
    Vamos lutar por tudo isso.
    Obrigado pelo seu belo comentário
    Aimbereê Freitas

  6. 25 de January de 2011

    Gostei muito de conhecer um pouco sobre os desafios e oportunidades de Roraima.
    Estou muito distante e pouco conheço da região, por isso considero valiosa a possibilidade deste espaço.
    Ler sobre o Monte e os ricos comentarios feitos aqui me abriram os olhos sobre algo mais que o Brasil precisa.
    Parabens pelo trabalho Aimbere.

  7. 25 de January de 2011

    Gostei muito de conhecer o Monte Roraima, seus desafios e oportunidades.
    Eu estou distante desta região e este espaço com comentarios tão ricos me ajudou a conhecer um pouco.
    A partir de agora vou estar mais atenta aos recantos do nosso Brasil.
    Parabens pelo trabalho Aimbere.

    • 25 de January de 2011

      Disponha sempre. Precisamos conhecer bem a Amazônia para se apaixonar por ela. Obrigado pelo seu comentário

  8. 25 de January de 2011

    Admiro demais sua capacidade e interesse político-sócio-ambiental.
    Você está certíssimo Professor. Suas idéias tem propósitos, são viáveis e realmente devem ser exploradas de maneira sustentável num aspécto social, econômico e ambiental valorizando a beleza da região de forma responsável impulsionando o Turismo em Roraima e na Amazônia consequentemente o Turismo Brasileiro e não Venezuelano. Estimularia tanto o turismo nacional quanto o internacional. Pra isso pessoas de “bem” com objetivo de preservar e não apenas explorar seriam imprescindíveis no projeto.
    Parabéns pela luta! Obrigada por ser Brasileiro e preocupar-se com nosso país! precisamos de pessoas assim!
    Um abraço

    • 25 de January de 2011

      Obrigado Klicia. Sinto-me rejuvenecido e encorajado a prosseguir depois de suas palavras. Ajude-nos.
      Obrigado pelo seu bonito comentário

  9. 25 de January de 2011

    Infelizmente esse é o retrato de nosso país: pouco investimento ou mesmo nenhum na área DO TURISMO. Ter q ir à Venezuela para visitar o Monte q fica no Brasil é uma humilhação para os brasileiros q buscam conhecê-lo e tb porque os dividendos das visitas ficam obviamente com o país vizinho. É igualmente vergonhoso saber q a cidade de Nova Iorque recebe poor ano mais turistas q o Brasil inteiro.
    Temos um largo caminho a percorrer no que se refere aos investimentos em infraestrutura e condições adequadas para o recebimento do turista. O q só conseguiremos com vontade política e cobrança da sociedade, pois está mais do q comprovado q turismo gera riquezas e melhora a imagem do país e região.
    Grande abraço, Aimberê, e parabéns pelo blog!

    • 25 de January de 2011

      Idéias nós temos. Falta ação políytica e execução. O setor privado precisa de maior mobilização para ver essas oportunidades. Obrigado pelo comentário

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