A MALDIÇÃO DOS FARAÓS!
Trecho de artigo de Milagros Sandoval – EFE/La Nacion

Hosni Mubarak, o último dos 4 faraós da moderna história do Egito, mantém hoje uma batalha nas ruas do país e com uma essa espécie de maldição política que regeu a vida de seus 3 antecessores.

O rei Faruk I acabou destronado em 1952.

O presidente Gamal Abdel Naser, depois de sofrer a pior derrota na  guerra dos Seis Dias contra Israel (1967), renunciou, foi reposto por apelo popular e morreu do coração em 1970.

O presidente Anuar al Sadat perdeu a vida assassinado em um magnicídio. Todos eles tiveram governos marcados pela guerra e  tragédia no final, como se houvessem quebrado alguma norma que reavivasse a maldição do faraó Tutancâmon, que reinou entre 1333 e 1322 antes de Cristo, para quem ousara abrir sua tumba.

  1. 5 de February de 2011
    Jailson Sá

    Espero que sofra dessa maldição mesmo,Mubarak, e gostaria que todo corrupto sofre dela também, pois são os principais responsáveis por mortes nee planeta, pois não poupam ninguém.

    • 5 de February de 2011

      Sem dúvida. Mas por outro lado tem a questão do fundamentalismo que, se tomar conta daquele país é muito radical também. Não é?
      Aimberê

  2. 6 de February de 2011

    Muito interessante essa sua retrospectiva, pois mostra que apesar do que estamos acompanhando via canais de informações, o povo tem uma certa passividade e cumplicidade com a forma com que é governado, sob o regime da opressão e da autoridade desmedida.
    Temos visto isso em alguns países da América Latina.
    É preciso ficar atento para que situações como essas, apesar da democracia, não se tornem comuns em outros lugares.

    • 6 de February de 2011

      Você tem razão.É necessa’rio ficar atento para a cronicidade dos postos de mando. Isso cria vícios e traz como consequências não só os desmandos como a vontade de não deixar que a alternância de poder aconteça.
      Aimberê

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