Sinais já foram citados em livro, mas por décadas ficaram submersos.
Os mais antigos têm entre 3 mil e 7 mil anos, informa arqueóloga.

A descida das águas devido à seca intensa na região amazônica fez com que antigos desenhos antes submersos ficassem à mostra na região de Manaus. São inúmeras imagens e marcas numa laje arenítica situada na altura do Encontro das Águas, a confluência da água barrenta do Rio Solimões com a água escura do Rio Negro.

As figuras de rostos humanos chamaram atenção de Akira Tanaka, que trabalha num projeto de reflorestamento próximo e navegava no rio para verificar os efeitos da seca. “Vi o pessoal pescando em cima da laje de pedra e fui olhar mais de perto,quando notei os desenhos”, conta.

Dennis Barbosa Do Globo Amazônia, em São Paulo

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