Sempre discreto nas aparições públicas até por determinações constitucionais, o Imperador do Japão, Akihito, fez hoje uma declaração por televisão, por primeira vez desde ter assumido o trono em 1989.  “Profundamente preocupado” pela situação na central nuclear de Fukushima, declarou “rezar pela segurança do maior número possível de pessoas”. Deplorou que “o número de pessoas mortas aumente a cada dia, sem saber quantos encontraram a morte”. Constatou que “a população está sendo forçada a evacuar em condições extremamente difíceis, de frio, de falta de água e de combustível”. E manifestou a esperança de que “possamos impedir que a situação piore graças aos esforços de todos os participantes das operações de socorro”.

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