Usina Hidrelétrica de Balbina fecha comportas

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A Eletrobrás Amazonas Energia realizou, nesta quinta-feira (2), o fechamento da última comporta da Usina Hidrelétrica de Balbina (UHE) que estava aberta desde o último dia 9 de maio de 2011. A previsão inicial era de que o vertedouro permaneceria aberto durante 60 dias. Com o fechamento ocorrido ontem, o prazo passou a ser de 24 dias. De acordo com o gerente do Departamento de Geração de Balbina – DTB, Milton Pereira de Menezes, há pelo menos duas semanas o índice de chuvas na região está estabilizado e o nível do reservatório segue uma média de 50,73 metros. “Com esse nível estabilizado, decidimos fechar as comportas porque não havia mais a necessidade de vertimento de água”, disse o gerente. Desde que as comportas foram abertas no último dia 9 de maio deste ano, o nível do rio Uatumã atingiu alguns locais, mas não chegou a inundar nenhuma residência do Ramal da Morena, localizado à jusante (após a barreira da hidrelétrica). A empresa informou que continuará monitorando o nível do reservatório e caso haja a necessidade de abrir novamente os vertedouros, todas as áreas com a possibilidade de serem atingidas serão novamente avisadas com antecedência. “Se houver a necessidade de abertura das comportas, todo o Plano de Contingenciamento da Eletrobras Amazonas Energia será novamente acionado”, reforçou. A capacidade UHE Balbina é de 250 MW de capacidade de geração de energia. Acritica.com MOMENTÁRIO MEU: O problema desse fechamento está a montante quando pode afetar a BR-174 na altura de reserva indígena Waimiri Atroari

CARNAVAL. Um vídeo para seu comentário

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Operadoras alertam para “golpe do cartão de crédito”

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Em janeiro, uma operadora chegou a lançar o site www.dicasdesegurancavisa.com.br, tentando alertar sobre os golpes.

Operadoras de cartões de crédito alertam para golpes (Foto: Alberto César Araújo)

Clientes das operadoras de cartões de crédito têm recebido ligações de bandidos se passando por funcionários.

Eles alegam que os cartões foram clonados e procuram obter dados dos clientes. Em janeiro, uma operadora chegou a lançar o site www.dicasdesegurancavisa.com.br, tentando alertar sobre os golpes.

Normalmente, trata-se de uma chamada na qual o bandido se passa por um funcionário do Departamento de Segurança de bancos ou operadoras de cartão. Informa nome falso e até um número funcional qualquer.

Em seguida, pergunta se o cliente comprou algo recentemente – em geral, é um produto incomum, para que a resposta seja “não”.

A ligação continua com o bandido afirmando que “provavelmente” o cartão foi clonado. Nesse caso, o telefonema serviria para confirmar o problema e dar ao cliente um crédito para compensá-lo dos problemas sofrido.

A chave do golpe é o fornecimento de dados por parte do usuário para conseguir a liberação desse suposto crédito.

Além do número do cartão, ele acaba falando ainda os três ou quatro números que são a chave de segurança para compras pela internet. O cartão é usado logo em seguida, para evitar que seu dono perceba a farsa e a denuncie.

De acordo com Edson Ortega, diretor de risco da Visa do Brasil, os clientes recebem ligações dos bancos que oferecem o cartão Visa, questionando se realmente fizeram determinadas transações, mas nunca é pedido nenhum dado do cartão.

Portanto, esse tipo de informação nunca deveria ser passada ao receber um telefonema.

“Temos variações desse golpe. Histórias cada vez mais elaboradas onde os fraudadores tentam chegar mais próximos de situações do dia a dia dos clientes para, no fim, pedir informações do cartão. Estão ficando cada vez mais criativos”, observa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Estado

Bloqueia ou não bloqueia a BR 174 entre Manaus e Boa Vista?

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Governo do Estado de Roraima aguarda uma decisão para ainda este semestre sobre pedido de desbloqueio da BR-174 à noite.

Estrada foi construída dentro da Reserva Indígena Waimiri-Atroari, mas indígenas querem preservar área com bloqueio.

Uma média mensal de 70 a 150 animais de várias espécies morrem atropelados na BR-174, especialmente na área onde fica localizada a reserva indígena Waimiri-Atroari, no território do Estado do Amazonas.

Este é um dos motivos que levam os indígenas a bloquear os 123 quilômetros da estrada que estão dentro da reserva.

A informação é de Marcelo Cavalcante, coordenador do programa Waimiri-Atroari, ao ser procurado pela reportagem do acritica.com para falar sobre a ação do governo de Roraima que pede o fim do bloqueio da estrada à noite, pelos indígenas, e que deve ser sentenciada este ano.

“São vários tipos de animais. Onça, paca, anta, jacaré, mucura. Inúmeros”, disse ele

Segundo Cavalcante, o “fechamento” da estrada é uma medida para reduzir o trânsito na área para diminuir os atropelamentos dos animais e até mesmo dos indígenas, quando estes vão para a caça.

“O animal têm hábitos noturnos. É uma restrição temporária. É uma medida de defesa ambiental tomada pelos indígenas porque se trata de uma reserva preservada, mas a estrada não fica fechada totalmente”, disse Cavalcante.

O trecho dentro da reserva indígena fica bloqueado entre 18h30 e 6h. Quem chega até às 18h30 pode atravessar a barreira.

“Se alguém sai de Manaus às 15h tem como passar pela estrada à noite. Dá tempo”, disse Cavalcante.

De acordo com o coordenador do programa Waimiri-Atroari a “polêmica” sobre o bloqueio da estrada é antiga, mas chegou à esfera judicial há quase três anos, em decisão tomada pelo governo de Roraima, que se considera prejudicado com a medida.

Segundo o coordenador, caso a justiça federal de Roraima acate a ação contra o bloqueio da estrada, os waimiri-atroari vão recorrer.

“O Ministério Público Federal está fazendo perícia para dar o parecer sobre o pedido de abertura da estrada. Mas acredito que isto ainda vai rolar mais para frente. Se o parecer e a decisão forem a favor, vamos recorrer”, disse.

Direito

A ação ordinária promovida pelo governo de Roraima contra o bloqueio foi dada entrada na 1ª Vara da Justiça Federal de Roraima em junho de 2008.

Há expectativa do governo de Roraima de que a ação seja julgada ainda no primeiro semestre de 2011.

Em matéria publicada no site da Procuradoria Geral do Estado de, o titular da instituição, Francisco das Chagas Batista afirma que o objeto da ação é “é o direito de ir e vir das pessoas e de seus bens que trafegam naquela rodovia federal, possibilitando a sua passagem a qualquer hora do dia ou da noite, direito que é amparado pela Constituição Federal”.

Segundo o procurador, o Decreto nº 97.837, de 16 de junho de 1989, que homologa a demarcação administrativa da área indígena Waimiri-Atroari, faz constar que a faixa de domínio da BR-174 foi excluída, não fazendo parte da reserva indígena.

“Quando se fala em faixa de domínio de reserva, podemos dizer que não se tem a posse e nem o domínio, portanto, é trafegável, já que todo bem público é de uso comum da população”, diz o procurador-geral na matéria publica no portal da PGE-RR.

Marcelo Cavalcante rebate essa afirmação. Segundo ele, a estrada passa dentro da reserva indígena. A sede do programa Waimiri-Atroari fica em Manaus (AM).

Elaíze Farias para A Crítica de Manaus

GOL desaparece com cachorro. De quem é a culpa?

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E agora de quem é a culpa?

Testemunha diz ter visto cão perdido ser enxotado de aeroporto no RS

‘Pinpoo’ está desaparecido desde o dia 2 de março, quando deveria ter sido embarcado para o ES.

Uma nova testemunha pôs luz ao caso do cão desaparecido no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). Um comerciante de 37 anos diz ter visto Pinpoo, o cachorro mestiço da aposentada Nair Flores, de 64 anos, ser enxotado por funcionários da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) da pista de pouso.

“Eu estava no segundo andar, à espera de um amigo que chegaria de viagem, e pela janela panorâmica vi o animal saindo da área de carga. Eles sapateavam para tirar o animal de perto, não vi nenhum tentando agarrá-lo”, contou Félix Antunes, ao jornal Zero Hora.

Pinpoo está desaparecido desde o dia 2 deste mês, quando deveria ter sido embarcado para o Espírito Santo. Em nota, a empresa Gol afirmou que o cão forçou a grade da embalagem que o transportava e fugiu para a área restrita do aeroporto.

LUCAS AZEVEDO – Agência Estado

CURIOSIDADES sobre José

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Cidade de Goiás quer ser a terra dos Josés

No Maranhão tem muito Ribamar. A Paraíba é conhecida por ser cheia de Raimundos Nonatos, e Goiás já tem uma forte candidata a terra dos Zés. É Itaguari, cidade de apenas quatro mil habitantes, a 90 quilômetros de Goiânia. Todos os anos, perto do dia de são José, acontece por lá a Festa dos Zés. Excepcionalmente, este ano o evento ocorrerá em abril, depois da quaresma, para não se chocar com quermesses e festividades da igreja católica. Como nas sete edições anteriores, a festa deve reunir cerca de 200 Josés, terá galinhada, shows de duplas sertanejas, catira e forró. Na abertura, católicos e evangélicos lerão passagens bíblicas sobre os Josés que aparecem nos textos do Evangelho.

Na avenida principal da cidade, a José do Couto, o organizador da festa, José Divino, o Zelão, elenca os colegas. “Tem o Zé Pinto, Zé Leitão, Zé Gamela, Zé Paulista, Zé do Pau, Zé Pelanca, Zé Fogão, Zé Taboca, Zé Quiabo… Não, Zé Quiabo mudou para Goiânia”, corrige.

O esforço para tornar Itaguari a terra dos Zés não é pequeno. Zezico, o primeiro e único tabelião da cidade, mostrou o fichário de seu cartório, que soma 137 documentos com reconhecimentos de firma de Josés, mais 260 registros de propriedades em nome de Zés. Cada livro de registro civil aponta uma média de 43 Josés nascidos na cidade; são seis livros, o que dá uma estimativa de 258 Josés nascidos nos últimos 30 anos em Itaguari, “uma verdadeira zé reforma agrária”, brinca Zezico. O município, cuja base econômica é o gado de leite, conta com dois laticínios. Não deve ser difícil ao leitor adivinhar o nome dos proprietários…

Escrito por Edson Wander, para ALMANAQUE BRASIL

Jacaré de quatro metros é encontrado e resgatado na zona urbana de Manaus

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Animal é o maior já resgatado pelo Batalhão Ambiental. Há um mês, o órgão capturou um jacaré de 2, 5 metros.

Jacaré-Açú encontrado em Manaus, por operários de um estaleiro. Animal será levado para o Cigs e deve retornar à natureza (Raphael Alves)

Um jacaré-açú de quatro metros foi encontrado na manhã desta sexta-feira (11) nas proximidades de um estaleiro localizado à margem do rio Negro, no bairro Compensa 3, na Zona Centro-Oeste de Manaus.

Meia hora depois de ser visto pelos funcionários do estaleiro, o animal foi resgatado pelo Batalhão Ambiental de Manaus.

Ele deverá ser enviado para o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), que procederá o retorno do jacaré a um área distante da zona urbana.

Segundo o cabo S. Anjos, que comandou o resgate feito pelo Batalhão Ambiental, o animal estava escondido debaixo de um canarana (espécie de capim fluvial), “provavelmente atrás de comida”.

Ao se aproximar do jacaré, os operários foram atacados pelo animal. “Eles eles pegaram uma corda e conseguiram laçar o pescoço do animal. Ele ficou parcialmente seguro, parado. Enquanto isso, chamaram a gente para fazer a contenção do jacaré”, disse Anjos.

O procedimento foi amarrar as patas traseiras e dianteiras do jacaré. Não foi preciso sedá-lo.

Conforme o Cabo S. Anjos, é a primeira vez que um jacaré desse porte (4 metros) é encontrado na zona urbana de Manaus pelo Batalhão.

Segundo ele, o animal pode ter aparecido na área à procura de comida, já que se trata se um local freqüentado por banhistas. “Ele quer as sobras, mas se encontrar gente, também ataca”, disse o cabo.

À tarde desta sexta-feira, o animal foi levado para o Refúgio da Vida Silvestre Sauim-Castanheira, na Zona Leste, onde está sendo acompanhado por especialistas. Moradores da área também chegaram próximo do jacaré, mas depois ele foi enviado para um área interna do refúgio.

Até o final da tarde, o Cigs ainda não havia aparecido ao local para retirar o animal.

Para A Crítica de Manaus, Elaíze Farias

Justiça mantém abate de capivaras em parque de Campinas

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A 2ª Vara Pública de Campinas (93 km de SP) decidiu nesta sexta-feira negar o pedido de liminar feito pela Proesp (Associação Protetora da Diversidade das Espécies) e manter o abate das capivaras do lago do Café.

A Prefeitura de Campinas e ambientalistas travam uma disputa pelo destino de pelo menos 20 capivaras, que estão confinadas desde 2008.

A prefeitura decidiu sacrificar os animais no mês passado, e alega que os roedores representam risco à saúde, pois há uma suspeita de que sejam hospedeiros do carrapato-estrela –transmissor da febre maculosa (uma infecção aguda que pode levar à morte).

A Proesp pedia, em sua representação à Justiça, a suspensão do abate dos animais. A associação deve recorrer no TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo na próxima semana.

A decisão da Justiça de Campinas ratifica autorização dada pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), que autorizou em janeiro deste ano o abate dos animais.

A Proesp e um grupo de ambientalistas da cidade é contra a ação e já realizou até um protesto contra o sacrifício dos animais em frente ao lago do Café.

A morte dos animais, segundo a prefeitura, deve ocorrer por meio de eutanásia (injeção letal).

A data da morte ainda não foi confirmada pela Secretaria da Saúde, mas deve ocorrer até o final deste mês –caso não haja decisão judicial contrária.

As capivaras estão separadas por sexo para evitar a procriação. Entre 2008 e 2010, três funcionários da prefeitura morreram de febre maculosa após trabalharem no local, segundo o secretário da Saúde de Campinas, José Francisco Keer Saraiva.

O lago do Café, uma área pública da cidade, está fechado à visitação desde 2008.

Os ambientalistas pedem que sejam realizados exames nos roedores para comprovar a infestação de carrapatos e a contaminação pela bactéria causadora da febre maculosa. Eles defendem a adoção de outras medidas, como a remoção dos animais e a aplicação de carrapaticidas no local.

MAURÍCIO SIMIONATO para a Folha de São Paulo

Número de assinantes de TV paga na América Latina

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Número de Assinantes  

Brasil 9,9 milhões- 5.205/100 mil habitantes

México 9,2 milhões – 8,280

Argentina 6,7 milhões – 16.876 

Colômbia 3,5 milhões – 7,882                 

Chile 1,7 milhão – 10.000

         Dados da Anatel – janeiro – Outro Canal – Keila Jimenez – Folha SP

Jornais populares no Brasil

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“MEIA HORA”, sucesso no Rio. “DEZ MINUTOS” sucesso em Manaus

                No Rio, o estilo dos  jornais populares vêm ainda do século 19. Em 1937 vem o primeiro experimento no estilo dos jornais populares como conhecemos hoje.  Foi A Notícia. Em 1945, Ademar de Barros, interventor em SP e futuro governador compra A Notícia, e dá início ao ciclo dos jornais populares.

                O sucesso maior foi no Rio, com a Notícia e depois com O Dia, absorvido por seu sócio no Rio, Chagas Freitas. Um jornal oriundo da Baixada Fluminense e de propriedade do deputado Tenório Cavalcanti -A Luta Democrática- transforma o deputado de Caxias em candidato a governador da Guanabara e obtém 20% dos votos.

                A linha dos jornais populares criou os manchetistas populares, que construindo manchetes, conseguiam uma maior circulação nas bancas. Esse é um diferencial dos jornais populares: vendem só na banca e tem que ter atrativos de capa todos os dias. Eles não são vendidos por assinatura.

                Para se ter uma ideia, a Grande SP, com o dobro da população do Grande Rio, tem uma circulação de jornais populares -todos somados- menor que a soma dos do Rio.

                Essa exclusividade na preferência do leitor do Grande Rio por jornais populares foi recentemente quebrada em Belo Horizonte, com o enorme sucesso do SuperNotícias, que passou a ser o jornal popular de maior circulação no Brasil em 2010/11. Pode-se alegar que o segredo do sucesso do SuperNotícias e do Meia-Hora seja um preço que é que um quarto do dos jornais de assinantes. O Meia Hora, do grupo O Dia, do Rio, recentemente comprado pelo Brasil Econômico, foi levado a SP com a mesma expectativa de sucesso, pelo preço.

               Faltou uma análise mais apurada para saber que o leitor da Grande SP tem uma atração muito menor que o do Grande Rio e agora Grande BH por jornais populares. E que, além disso, as características não são as mesmas.  Não deu certo.

               Uma tentativa intermediária do Globo com o Diário de SP -uma transformação de um jornal popular -mudando de nome- para chegar a uma faixa de leitor popular, digamos, de renda um pouco maior, também não havia dado certo e foi também fechado, no caso, vendido.

                Em Manaus o jornal popular mais vendido chama-se DEZ MINUTOS. Sua venda ultrapassa 100 mil exemplares diários.

                E qual é o jornal popular que mais vende em sua cidade?