FIEAM promove rodada de negócios com dominicanos

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A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), promove nesta segunda-feira (06.06), a partir de 19h, rodada de negócios com empresários da República Dominicana.

A programação será desenvolvida na sala Boto Vermelho do Quality Hotel, com a participação de 32 empresários da indústria dominicana. O grupo estrangeiro está em missão de conhecimento dos produtos do Polo Industrial de Manaus (PIM).

O gerente executivo do CIN Amazonas, Marcelo Lima, fará a abertura do evento, e, em seguida, serão proferidas palestras institucionais da Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplan) e do Suframa.

A rodada de negócios contará com a participação de empresários regionais que estarão expondo o potencial econômico do Estado em diversos segmentos, como de alimentos, chocolates, bebidas, cosméticos, eletroeletrônicos, madeirara/móveis, entre outros.

A programação se estende até terça-feira (7) com visitas técnicas a algumas empresas.

acritica.com

COMENTÁRIO MEU:

É assim que se faz. Não adianta ficar olhando para esse negócio de ZPE e não agir.

Usina Hidrelétrica de Balbina fecha comportas

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A Eletrobrás Amazonas Energia realizou, nesta quinta-feira (2), o fechamento da última comporta da Usina Hidrelétrica de Balbina (UHE) que estava aberta desde o último dia 9 de maio de 2011. A previsão inicial era de que o vertedouro permaneceria aberto durante 60 dias. Com o fechamento ocorrido ontem, o prazo passou a ser de 24 dias. De acordo com o gerente do Departamento de Geração de Balbina – DTB, Milton Pereira de Menezes, há pelo menos duas semanas o índice de chuvas na região está estabilizado e o nível do reservatório segue uma média de 50,73 metros. “Com esse nível estabilizado, decidimos fechar as comportas porque não havia mais a necessidade de vertimento de água”, disse o gerente. Desde que as comportas foram abertas no último dia 9 de maio deste ano, o nível do rio Uatumã atingiu alguns locais, mas não chegou a inundar nenhuma residência do Ramal da Morena, localizado à jusante (após a barreira da hidrelétrica). A empresa informou que continuará monitorando o nível do reservatório e caso haja a necessidade de abrir novamente os vertedouros, todas as áreas com a possibilidade de serem atingidas serão novamente avisadas com antecedência. “Se houver a necessidade de abertura das comportas, todo o Plano de Contingenciamento da Eletrobras Amazonas Energia será novamente acionado”, reforçou. A capacidade UHE Balbina é de 250 MW de capacidade de geração de energia. Acritica.com MOMENTÁRIO MEU: O problema desse fechamento está a montante quando pode afetar a BR-174 na altura de reserva indígena Waimiri Atroari

O 13º Salário NUNCA Existiu…

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Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas há sempre uma razão para as coisas  e os trabalhadores ingleses, membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa, não fazem nada por acaso!

Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática, mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.

Lembrando que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas, o “pai dos pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso, nem mesmo o “governo dos trabalhadores”, fala-se agora que o governo do PT pode vir a aprovar uma lei que elimina o 13º salário.Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º salário não existe.

O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder, quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700 X 12 = R$ 8.400,00

Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.

R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00

R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) = R$ 9.100 (Salário anual mais o 13º salário)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o “governo dos trabalhadores” que mandou o patrão pagar o 13º.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples contas que aprendeu no Ensino Fundamental:

Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana R$ 175,00.

R$ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = R$ 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será R$ 9.100,00.

R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário

Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples.

A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo aprovar esta lei, tirando o 13º salário dos trabalhadores, o roubo é duplo.

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes: não existe nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional. 13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!

Escrito por Thiago Marinho Tourinho

INFORMAÇÃO NO SÉCULO 21

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Entramos no século 21 com uma constatação: o crescimento econômico depende da qualidade da informação e esta da qualidade da educação. O lugar privilegiado da modernidade econômica é ocupado pelos criadores e produtores de
informação, mais do que produtos materiais. O cinema, a televisão, as indústrias da comunicação e as produtoras de ferramentas e equipamentos processadores de informação, estão atualmente no centro da vida econômica mundial. Os ricos de antigamente produziam aço. Os ricos de hoje produzem equipamentos eletrônicos.

Bill Clinton nos lembra que ao assumir a presidência dos EUA em 1993, havia somente cinquenta websites. Ao deixar a Casa Branca, oito anos depois, havia 350 milhões. Juan Ramón de la Fuente, ex-Reitor da Universidade Nacional Autônoma do México, nos lembra, por sua vez, que atualmente circulam na internet cinquenta bilhões de mensagens por dia. Pioneiro, em 40 anos, o rádio conseguiu juntar 50 milhões de ouvintes. A televisão, desde 1950, juntou um número igual de telespectadores. Mas em apenas cinco anos, a Internet atingiu a soma que o rádio levou quarenta anos e a televisão, mais meio século. Em 2000, havia 300 milhões de usuários de Internet. Hoje, existem 800 milhões.

Por um lado, as escolas perdem o monopólio da educação e, por outro, a imprensa perde o monopólio da informação, mas também, se manter informado no longo período pós-escolar e pós-universitário é um dever e um direito, inseparáveis do exercício da cidadania e esse direito, esta obrigação, são também da nossa imprensa. A informação também está em crise, mas talvez seja uma crise de crescimento, que expande novos meios de comunicação, mas não sacrifica os anteriores.

Por Carlos Fuentes – La Nacion

Brics já deixaram de ser emergentes, diz criador do termo

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Os quatro países conhecidos como Bric –Brasil, Rússia, Índia e China– já deixaram para trás o status de economias emergentes e precisam ser vistos como uma categoria à parte, escreve nesta quinta-feira o criador do termo, Jim O’Neill, no jornal britânico “The Times”.

O’Neill, presidente da gestora de ativos da Goldman Sachs no Reino Unido, sustenta no artigo que dois Brics, China e Brasil, já estão entre as sete maiores economias do planeta, com os outros dois muito próximos na lista.

“É cada vez mais claro para mim que se referir às quatro nações dos Bric como ‘emergentes’ não faz mais sentido”, escreve o economista.

“Os Bric, junto com alguns outros países, merecem um status diferente de muitos outros que podem ser corretamente classificados como mercados emergentes.”

RECLASSIFICAÇÃO

Recentemente a Goldman Sachs reclassificou os quatro países, que passaram a ser chamados de “mercados de crescimento” nos relatórios da consultoria.

Nesta categoria estariam também Coreia do Sul, Indonésia, México e Turquia – entretanto, “muito longe” dos Bric em termos de importância econômica, escreve Jim O’Neill no Times.

O economista criou o termo Bric para ressaltar a força econômica dos quatro grandes emergentes na virada do século. Mas de lá para cá o passo do crescimento destes países tem superado as expectativas.

A projeção é de que o tamanho dos Bric supere o do G7 –o grupo de países mais industrializados do mundo– por volta de 2027, cerca de dez anos antes do previsto, diz O’Neill.

No artigo, ele ressalta o caso do Brasil, que se tornou a sétima economia do planeta “cerca de dez anos antes do que eu pensava”.

IMPORTÂNCIA

Até o fim desta década, os Bric devem alcançar um PIB combinado de US$ 25 trilhões, comparado com cerca de US$ 11 trilhões atualmente e cerca de US$ 3 trilhões no início do século, afirmou O’Neill.

“Em algum momento nesta década, eles superarão, juntos, os Estados Unidos. Meu palpite é de que isso poderia ocorrer em torno de 2017-2018.”

O economista diz que ser reclassificado de “mercados de crescimento” não implica que Brasil, Rússia, Índia e China “vão crescer todos os anos”.

“Eles crescerão em ciclos, como todos os outros. O que queremos com isso é indicar que, à medida que a economia global continue rastejando nessa década, a proporção deles no PIB global deve aumentar.”

DA BBC BRASIL

Cheia em Manaus terá influência da calha do alto rio Negro, no Norte do Amazonas

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Em 2009, ano da maior cheia, a principal influência do rio Negro, na região de Manaus, veio do alto rio Solimões. Como este ano o Solimões está com regime dentro da normalidade, seu peso, até o momento, ainda não teve influência significativa no regime do rio Negro, na capital.

A cheia do rio Negro este ano, em Manaus, deverá estar dentro da média histórica, mas poderá sofrer influência da calha do Alto Rio Negro, no Norte do Amazonas.

As informações foram dadas nesta quarta-feira (30) pelo superintendete do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Marco Antônio Oliveira.

Em 2009, ano da maior cheia, a principal influência do rio Negro, na região de Manaus, veio do alto rio Solimões. Como este ano o Solimões está com regime dentro da normalidade, seu peso, até o momento, ainda não teve influência significativa no regime do rio Negro, na capital.

No entanto, o Alto Rio Negro, no Norte do Amazonas, e o Rio Branco, em Roroima, estão com os níveis acima da normalidade para o período. Nos últimos meses, aquela região sofreu com um grande volume de chuvas.

Elaíze Farias para A CRÍTICA de Manaus

Essa é para publicitários e jornalistas

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Receita da Publicidade Online supera a dos Jornais.
“Pela primeira vez, o número de leitores e a receita publicitária dos sites de notícias superou a dos jornais em papel nos Estados Unidos, segundo pesquisa conduzida pelo Pew Research Center, citada pela Folha. Segundo o levantamento “State of the News Media”, o faturamento da publicidade online nos EUA superou a receita com anúncios de jornais impressos.  O estudo também constatou que mais pessoas, 46% dos norte-americanos entrevistados, disseram obter notícias online pelo menos três vezes por semana, ante 40% que disseram obter notícias dos jornais em papel e dos sites a estes associados.”

“A migração para a Web está se acelerando”, disse Tom Rosenstiel, diretor do Project for Excellence in Journalism. “A rápida adoção do computador tablet e a expansão do uso dos celulares inteligentes só reforçam essa tendência.”  As mais recentes constatações demonstram que os jornais sofreram não apenas com a desaceleração econômica, que levou os anunciantes a fecharem as carteiras, mas com o fato de que mais pessoas optam pela mídia online para obter notícias e informações, e os anunciantes os seguem.”

“De fato, editoras de jornais como a Gannett, New York Times Co. e McClatchy, continuam a reportar declínio em sua receita publicitária, em um período no qual outras mídias, a exemplo da televisão, estão desfrutando de recuperação em seu faturamento publicitário. A receita publicitária dos jornais caiu 46% em quatro anos, e ficou em US$ 22,8 bilhões em 2010, com US$ 3 bilhões adicionais em receita publicitária on-line, de acordo com o relatório. Enquanto isso, a receita publicitária dos sites de notícias foi de US$ 25,8 bilhões em 2010, afirma o relatório, mencionando dados do grupo de pesquisa eMarketer.”

site ccsp – clube de criação de SP

Bloqueia ou não bloqueia a BR 174 entre Manaus e Boa Vista?

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Governo do Estado de Roraima aguarda uma decisão para ainda este semestre sobre pedido de desbloqueio da BR-174 à noite.

Estrada foi construída dentro da Reserva Indígena Waimiri-Atroari, mas indígenas querem preservar área com bloqueio.

Uma média mensal de 70 a 150 animais de várias espécies morrem atropelados na BR-174, especialmente na área onde fica localizada a reserva indígena Waimiri-Atroari, no território do Estado do Amazonas.

Este é um dos motivos que levam os indígenas a bloquear os 123 quilômetros da estrada que estão dentro da reserva.

A informação é de Marcelo Cavalcante, coordenador do programa Waimiri-Atroari, ao ser procurado pela reportagem do acritica.com para falar sobre a ação do governo de Roraima que pede o fim do bloqueio da estrada à noite, pelos indígenas, e que deve ser sentenciada este ano.

“São vários tipos de animais. Onça, paca, anta, jacaré, mucura. Inúmeros”, disse ele

Segundo Cavalcante, o “fechamento” da estrada é uma medida para reduzir o trânsito na área para diminuir os atropelamentos dos animais e até mesmo dos indígenas, quando estes vão para a caça.

“O animal têm hábitos noturnos. É uma restrição temporária. É uma medida de defesa ambiental tomada pelos indígenas porque se trata de uma reserva preservada, mas a estrada não fica fechada totalmente”, disse Cavalcante.

O trecho dentro da reserva indígena fica bloqueado entre 18h30 e 6h. Quem chega até às 18h30 pode atravessar a barreira.

“Se alguém sai de Manaus às 15h tem como passar pela estrada à noite. Dá tempo”, disse Cavalcante.

De acordo com o coordenador do programa Waimiri-Atroari a “polêmica” sobre o bloqueio da estrada é antiga, mas chegou à esfera judicial há quase três anos, em decisão tomada pelo governo de Roraima, que se considera prejudicado com a medida.

Segundo o coordenador, caso a justiça federal de Roraima acate a ação contra o bloqueio da estrada, os waimiri-atroari vão recorrer.

“O Ministério Público Federal está fazendo perícia para dar o parecer sobre o pedido de abertura da estrada. Mas acredito que isto ainda vai rolar mais para frente. Se o parecer e a decisão forem a favor, vamos recorrer”, disse.

Direito

A ação ordinária promovida pelo governo de Roraima contra o bloqueio foi dada entrada na 1ª Vara da Justiça Federal de Roraima em junho de 2008.

Há expectativa do governo de Roraima de que a ação seja julgada ainda no primeiro semestre de 2011.

Em matéria publicada no site da Procuradoria Geral do Estado de, o titular da instituição, Francisco das Chagas Batista afirma que o objeto da ação é “é o direito de ir e vir das pessoas e de seus bens que trafegam naquela rodovia federal, possibilitando a sua passagem a qualquer hora do dia ou da noite, direito que é amparado pela Constituição Federal”.

Segundo o procurador, o Decreto nº 97.837, de 16 de junho de 1989, que homologa a demarcação administrativa da área indígena Waimiri-Atroari, faz constar que a faixa de domínio da BR-174 foi excluída, não fazendo parte da reserva indígena.

“Quando se fala em faixa de domínio de reserva, podemos dizer que não se tem a posse e nem o domínio, portanto, é trafegável, já que todo bem público é de uso comum da população”, diz o procurador-geral na matéria publica no portal da PGE-RR.

Marcelo Cavalcante rebate essa afirmação. Segundo ele, a estrada passa dentro da reserva indígena. A sede do programa Waimiri-Atroari fica em Manaus (AM).

Elaíze Farias para A Crítica de Manaus

Bom ambiente de trabalho pesa mais do que salário

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Remuneração e plano de carreira são importantes na avaliação de aceitar uma proposta e mudar de empresa. Mas não são o primordial.

Para a maioria dos trabalhadores brasileiros, ter um bom ambiente de trabalho é o que conta, diz estudo do portal Trabalhando.com.

Dos 390 entrevistados em janeiro e fevereiro, 52% responderam que a convivência harmoniosa entre colegas e gestores afeta o comportamento pessoal e profissional –e impacta na motivação.

Oportunidades de promoção foram a resposta de 22% dos profissionais, seguidas por possibilidade de aumento salarial (14%), status da empresa (5%) e outros (7%).

Para o presidente da Trabalhando.com, Renato Grinberg, os dados mostram que, com um clima melhor, as pessoas são mais produtivas e os resultados, melhores.

“Isso é muito claro na chamada geração Y [nascidos entre 1980 e 2000]. Eles são muito focados em trabalhos que permitam ter tempo livre para a prática de esportes e hobbies e, por isso, querem saber antes como será o ambiente de trabalho”, afirma.

O bom ambiente de trabalho é o que mais motiva a gerente de marketing da Eurofarma Tatiane Manetti, 32.

A profissional começou na empresa em 1999 e progrediu graças a um plano de desenvolvimento que, diz ela, reduz a concorrência desleal entre colegas.
O clima era estendido para fora da empresa -Manetti participava, até o nascimento do filho, de corrida e da academia mantidos pela indústria farmacêutica.

DISPUTA

Mesmo em áreas de competição acirrada, o fator clima é valorizado. “O nosso funcionário costuma ser ambicioso, mas é inadmissível uma pessoa querer passar por cima da outra”, afirma o presidente da Corporate Consulting, Luis Alberto Paiva.

O consultor de Negócios da Corrhect, Paulo Henrique Rocha, destaca que o relacionamento interpessoal e o acesso a gestores fazem com que a atmosfera de trabalho fique mais agradável.

“Nos últimos anos, inteligência emocional e competências comportamentais têm sido mais valorizadas. As competências técnicas podem ser lapidadas; as comportamentais, dificilmente.”

ADRIANA CHAVES, PARA A FOLHA DE SÃO PAULO

Tóquio quer cooperar com países que compartilham florestas da Amazônia

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O governo do Japão tem interesse em atuar em conjunto com os países que dividem as florestas da Amazônia para mitigar os efeitos da mudança climática, disse um alto funcionário japonês durante a cúpula da biodiversidade que acontece na cidade japonesa de Nagoia.

“Estamos interessados em trabalhar com os países latino-americanos que compartilham as florestas amazônicas. Acabamos de começar a fazê-lo”, disse o diretor da Divisão de Mudança Climática, Takehiro Kano, em entrevista coletiva em Tóquio.

A Amazônia tem uma extensão de 4,1 milhões de hectares, mas está perdendo rapidamente suas árvores pelo desmatamento.

Kano explicou que, na Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (COP-10), serão analisados os diversos aspectos da associação com Papua Nova Guiné como parte do programa das Nações Unidas de Redução de Emissões Oriundas por Desmatamento e Degradação das Florestas (REDD).

Por intermédio do REDD, com o apoio de países como o Japão e França, deverá começar no próximo ano a atuação no Brasil para a proteção das florestas, explicou Kano.

Por outro lado, o funcionário japonês expressou que o Japão está disposto a apoiar a mitigação e adaptação dos países vulneráveis à mudança climática, ao lembrar que propôs a chamada iniciativa Hatoyama, que envolve um financiamento de US$ 15 bilhões em três anos.

Durante a cúpula de Copenhague em maio, os representantes de 50 países acordaram elevar para US$ 4 bilhões o financiamento até 2012 do fundo mundial para impulsionar a reconversão de áreas afetadas pelo desmatamento em países em desenvolvimento.

A destruição florestal do planeta representa 20% das emissões anuais de carbono em nível mundial.

Kano lembrou que o Protocolo de Kyoto em 1997 não inclui as emissões de gases poluentes de países emergentes, entre estes China, Índia, África do Sul, Brasil e México, que atualmente têm grande peso na economia do planeta.

“Nenhum desses países têm obrigações para reduzir ou mitigar a mudança climática”, ressaltou.

Estados Unidos, que não assinou o Protocolo de Kyoto, emite 20% dos gases, Europa 12% e Japão 4%, mas China e a Índia já lançam 23% e 6%, respectivamente.

DA EFE