Como é bom ser um banqueiro

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Como é bom ser banqueiro

Esse texto não é meu e nem sei de quem é. Mas lendo-o se pode constatar como é ótimo ser banqueiro.

Concorda?

“Saiba a diferença entre POUPAR e DEVER 100 reais.

Se um correntista tivesse depositado 100 reais na poupança em qualquer banco em julho de 1994 (quando do lançamento do Plano Real) teria hoje apenas 374 reais.

Mas se ao mesmo tempo tivesse ficado devendo 100 reais teria hoje um dívida de 139.259 reais.

Façam seus comentários e digam por que o Bradesco tem lucros tão fabulosos.”

Encontro com Governador Omar, do Amazonas

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Em Manaus, hoje pela manhã, encontrei num Shopping de Manaus o Governador do Amazonas Omar Aziz. Veja foto.

FHC, A OPOSIÇÃO E O POVÃO

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Ricardo  Noblat divulgou (12) trechos do artigo de FHC a ser publicado na revista Interesse Nacional. A parte mais polêmica trata das relações da oposição com um eleitor possível. FHC diz que as oposições devem esquecer as “massas carentes e pouco informadas” e que essas são área de influência do PT, pois o governo as cooptou com benesses.

FHC tem sempre o mérito de estimular o debate com seu talento, e isso por si só já é importante. Mas tais afirmações são, no mínimo, um exagero. Certamente não são um público cativo do PT. No máximo, impressionadas pelo populismo de Lula, fato, aliás, reincidente na história política da América Latina.

Um exemplo atual disso é o voto evangélico, que entra nas “massas carentes” e passa por cima das “benesses”. São muitos os exemplos, e Marina em 2010 um deles. A eleição de 2010 foi um ponto fora da curva, com Lula mitificado, entrando nas campanhas regionais no palanque, TV e até telemarketing.

É verdade que o populismo avança no continente. É um ciclo. Muitas vezes o populismo aparece sob disfarce. Por exemplo, ao aproveitar o sucesso eleitoral ou de uma política e mudar as regras do jogo. FHC fez isso em 1995, conquistando a reeleição no auge do plano real. Chávez fez isso mudando a constituição no início de seu primeiro mandato. Depois, o Petróleo, que chegou a 11 dólares o barril, fez o resto. O que teria sido um governo Lula, de 1999 a 2002, em plena crise internacional?

As razões de FHC -contrariu sensu- são as razões para que nenhuma força política tenha o monopólio e segmento nenhum do eleitorado. Evidentemente que nas circunstâncias de 2010, o candidato como o escolhido pelas oposições, cuja imagem era exatamente a antípoda de Lula, não poderia ter sucesso. E, assim mesmo, chegou a 44% no segundo turno, vencendo ou empatando em boa parte do sudeste, no sul e no centro-oeste. Dilma -pessoalmente- também não cumpre aquele figurino, e numa política de personagens viverá o desgaste num momento de contra-ciclo.

Perder três eleições seguidas é rotina em tantos países. E não deve assustar ninguém. Claro que se a oposição colabora, como agora na Argentina, ou se apavora e adere como agora no Brasil, os problemas aumentam. Se as “massas carentes são mal informadas”, cabe à oposição entrar na batalha da comunicação e não recortar o eleitorado. FHC mesmo cita o exemplo atual dos países árabes.

Portanto, há que se ler com muito cuidado o texto sempre inteligente de FHC, pois pode ser muito mais resultado de sua angústia, de seu estilo, ou mesmo uma autocrítica do que fez politicamente. Repetindo com FHC: “Não deve haver separação entre o mundo da política e a vida cotidiana”. Política se deve fazer todos os dias, e não apenas nas eleições.

CARNAVAL. Um vídeo para seu comentário

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Vejam o vídeo e comentem

O mundo acabará em 2012?

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Ideia de que o mundo acaba em 21 de dezembro do ano que vem tem sido assunto nas redes sociais, seduz e amedronta a muitos.

Tragédias que matam milhares, como o terremoto e o tsunami no Japão, alimentam a ideia de que mundo está perto do fim.

Embora no livro de Apocalipse a Bíblia descreva pormenores de como será o fim do mundo e dos sinais que viriam para indicar a chegada desse momento, não é dessa publicação a previsão que vem esquentando a cabeça de alguns e tirando o sono dos que acreditam que o fim, propriamente dito, vai acontecer em dezembro de 2012. O assunto ganha espaço nas redes sociais e é tão sedutor que ganhou até filme sucesso de bilheteria, o “2012”.

Na virada do milênio, a aposentada Ester*, 76, vendeu casa e demais bens que possuía em Manaus para mudar-se para o interior do Estado onde, segundo acreditava, seria mais fácil fugir da perseguição aos cristãos, que aconteceria no fim dos tempos, ou seja, na virada do ano de 2000 para 2001.

Segundo amigos e familiares dela, que continua morando na zona rural, sem mais ter tantos pesadelos com o assunto, dona Ester entrou em pânico com a proximidade do novo milênio e saiu de Manaus levando consigo até os netos.

Mas estudiosos e religiosos não demoram em negar os escritos como previsões. Tanto o arcebispo de Manaus, dom Luiz Soares Vieira, da Igreja Católica, quanto o pastor Davi Hatcher, 56, da Nova Igreja Batista, afirmam que o fim acontecerá, mas a ninguém Deus teria dado esse conhecimento. Como prova disso, citam as dezenas de previsões como essa dos Maias, que cujas datas chegaram e passaram sem que nada fora da rotina acontecesse. A data de 2012 está relacionada com o calendário dos Maias, que utilizavam um calendário de 260 dias para eventos religiosos e cerimoniais, um calendário solar de 365 dias, um calendário que combinava os dois primeiros e o de longa contagem de, aproximadamente, 5.126 anos, que terminaria em 21 de dezembro de 2012. Estudiosos dizem que os maias indicavam o fim de um ciclo e não do mundo. Mas há controvérsias.

Ana Celia Ossame para A CRÏTICA de Manaus

ESTAR COM A MACACA

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ESTAR COM A MACACA

A expressão não remete ao animal macaco, mas à uma expressão do banto africano.

Quando dizemos que uma pessoa está com a macaca, não insinuamos que ela pule de galho em galho ou que o simpático primata seja símbolo de agitação. Macaca, no caso, não tem a ver com o animal. Vem da expressão maka’aka ou ma’káaca, do banto africano. Significa ataque de riso. No Nordeste, na época da colônia, a expressão também era usada para se referir a quem sofria de hanseníase.

Almanaque brasil

Cheia em Manaus terá influência da calha do alto rio Negro, no Norte do Amazonas

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Em 2009, ano da maior cheia, a principal influência do rio Negro, na região de Manaus, veio do alto rio Solimões. Como este ano o Solimões está com regime dentro da normalidade, seu peso, até o momento, ainda não teve influência significativa no regime do rio Negro, na capital.

A cheia do rio Negro este ano, em Manaus, deverá estar dentro da média histórica, mas poderá sofrer influência da calha do Alto Rio Negro, no Norte do Amazonas.

As informações foram dadas nesta quarta-feira (30) pelo superintendete do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Marco Antônio Oliveira.

Em 2009, ano da maior cheia, a principal influência do rio Negro, na região de Manaus, veio do alto rio Solimões. Como este ano o Solimões está com regime dentro da normalidade, seu peso, até o momento, ainda não teve influência significativa no regime do rio Negro, na capital.

No entanto, o Alto Rio Negro, no Norte do Amazonas, e o Rio Branco, em Roroima, estão com os níveis acima da normalidade para o período. Nos últimos meses, aquela região sofreu com um grande volume de chuvas.

Elaíze Farias para A CRÍTICA de Manaus

MOTORISTA BARBEIRO

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MOTORISTA “BARBEIRO”

Barbeiros eram muito bons no seu ofício, mas quando se metiam nos dos outros acabavam com a pecha de incompetentes.
Até o começo do século 19, era comum em Portugal que os barbeiros também lidassem com pequenos serviços médicos e odontológicos, já que médico de verdade era coisa de gente rica. Como parece óbvio, não era raro dentes mal-arrancados ou cirurgias desastrosas. Quando via um profissional incompetente, o povo dizia: “Parece um barbeiro”. Sob essa inspiração, a expressão é usada no Brasil para se referir aos maus motoristas.

Almanaquebrasil.com.br

Porque o território de Pernambuco é menor que o da Bahia

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Território com o tamanho de quase duas vezes o estado pernambucano foi transferido para os baianos.

Sonhar com a república 75 anos antes saiu caro para Pernambuco. Mais especificamente, custou 65% do seu território, hoje parte da Bahia, a partir daí o maior estado nordestino. Dom Pedro 1º retirou dos pernambucanos um Uruguai – ou dois Pernambucos atuais – para castigar e conter a Confederação do Equador, que almejava a independência. A atitude foi decisiva para nosso mapa e nossa história, mas ficou esquecida. Uma reportagem recente do Diário de Pernambuco ressalta que “o episódio desapareceu dos livros e, embora seja o único caso do Império em que uma região teve o território mutilado como represália política, evaporou-se também da história oficial do Brasil”.

O maior estudioso do tema foi o historiador e político Barbosa Lima Sobrinho. Ele garantia que o decreto de 14 de julho de 1824 era inconstitucional, além de “temporário”. Anexava a grande região, conhecida como Comarca do Rio São Francisco, a Minas Gerais. Depois, outra ordem lhe faria parte da Bahia. Apesar de grafar o termo “temporariamente” nos dois decretos, dom Pedro não explicou até quando valeriam e nunca fez revogação. Mesmo com a República, Pernambuco nunca mais viu o grande naco de terra.

Quase 100 anos depois, engana-se quem pensa que ficou por isso mesmo. Os moradores da região, no fértil oeste baiano, sentem-se distantes e descuidados pelo governo em Salvador. Encampam agora nova luta por independência. Desta vez, querem que a antiga comarca seja o estado do São Francisco, 27ª estrela na bandeira do Brasil. À primeira vista pode até parecer um plano audacioso demais, mas saiba que contam até com projeto de lei tramitando na Câmara dos Deputados – além de bandeira e hino.

Escrito por Natália Pesciotta
SAIBA MAIS Documentos Históricos sobre a Comarca do São Francisco, de Barbosa Lima Sobrinho (Imprensa Oficial – PE, 1951).

Pior a emenda que o Soneto

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Pior a emenda que o Soneto

A expressão, usada quando a tentativa de consertar uma falha fica pior que o próprio erro, veio de Portugal, do vocabulário da corte. Dizem que o criador foi Bocage, grande nome da literatura lusitana do século 18. Um aspirante a poeta teria lhe entregado uma poesia para que ele anotasse as falhas. O mestre, no entanto, achou o escrito tão ruim que nem arriscou mexer – devolveu ao autor com a célebre expressão.

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