No Japão, bicicleta pode produzir água para consumo

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Não é o caso dos moradores da Amazonia, no Brasil, mas pode ser muito útil para os moradores do nordeste do país, pior exemplo. Vejam só que bela invensão japonesa.

Em uma feira de tecnologia sustentável no Japão, que acontece na cidade de Kawasaki, foi apresentado um purificador de água para ser carregado na bicicleta.

A ser pedalada, a Cycloclean gera energia que faz com que o sistema de purificação funcione. O equipamento pode gerar cerca de cinco litros em um minuto.

A bicicleta é um dos meios de transporte mais utilizado pelos japoneses, mas a fabricante da Cycloclean, a Nippon Basic, pretende fazer uma produção em massa no país vizinho, Bangladesh, para que água limpa possa socorrer vilarejos remotos e áreas que sofreram desastres naturais.

Tentativa para acabar com a cobrança do “vento” na conta de água

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Tentativa para acabar com a cobrança do “vento” na conta de água

Projeto de Lei obriga as concessionárias a instalarem, gratuitamente, dispositivo que elimine o ar na medição do consumo das residências

Projeto de Lei apresentado nesta quarta-feira (16) na Assembleia Legislativa do Amazonas visa acabar com a cobrança de “vento” por parte das concessionárias de abastecimento de água do Estado. O autor do projeto diz acreditar que a passagem de ar pelo hidrômetro (equipamento que faz a medição do consumo de água) é o maior responsável pelo encarecimento da conta mensal paga pelos consumidores.

Para o autor do projeto, a empresa que fornece a água deve instalar gratuitamente um mecanismo que evite a passagem do ar em cada hidrômetro da cidade.
http://acritica.uol.com.br/manaus/PL-acabar-cobranca-consumo-fosse_0_428357331.html

P.S. O que você pensa disso na sua cidade? Paga vento também?

Como você trata seus idosos?

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Tenho um amigo em Natal, RN, Karl Leite, que me mandou essa preciosidade escrita por um jovem médico de São Paulo. Leiam e se surpreendam com essas constatação do tratamento que, quase sempre, não damos aos nossos idosos.

Principal causa da confusão mental nos idosos (os que não morreram jovens demais)
Arnaldo Lichtenstein, médico*

Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
– Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?
Alguns arriscam: “Tumor na cabeça”.
Eu digo: “Não”.
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”
Respondo, novamente: “Não”.
A cada negativa a turma se espanta…

E  fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns:
– diabetes descontrolado;
– infecção urinária;
– a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.

A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo.

Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos “batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica.

Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de  tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.

Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:
1 – O primeiro é para vovós e vovôs ( nós mesmos): tornem voluntário o hábito de beber líquidos.

Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco,leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi,laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas,botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!

2 – Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, sem atenção.

É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
“Líquido neles e rápido para um serviço médico”.

(*) Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Curiosidades da Amazônia

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Num único dia, o Amazonas despeja no Oceano Atlântico mais água do que toda a vazão do Rio Tâmisa, em Londres, durante um ano inteiro. Só a Bacia do Rio Negro, um dos afluentes do Amazonas, tem mais água doce do que toda a Europa.

O volume de terra que o Rio Amazonas joga no mar é tão grande que, graças a esses sedimentos, o litoral da Guiana Francesa e do Amapá está crescendo. Esse crescimento, ainda não medido, já aparece em imagens de satélites.

A Ilha de Marajó é na verdade um arquipélago. O número exato de ilhas ninguém conseguiu ainda contar, mas é de pelo menos 2.000. Ocupam uma área de 50.000 quilômetros quadrados, maior que a Suíça.

Ao contrário do que se poderia imaginar, os rios mais feios da Amazônia, os de água barrenta, são os mais generosos para a vida na região. Carregam sedimentos que arrancaram da Cordilheira dos Andres e de outras regiões por onde passam. Na enchente, depositam no solo esses sedimentos, adubando quilômetros nas vizinhanças do rio. Ali, as plantações nascem viçosas quando as águas baixam. Esses rios também têm mais peixes.

Os rios escuros, como o Negro, são muito mais bonitos, mas a água é ácida e pobre em nutrientes. Apenas 5% dos peixes vendidos em Manaus vêm do Rio Negro, que banha a cidade.

Tubarões e outros peixes do mar entram com certa regularidade no Amazonas. Eles não se reproduzem na água doce, mas conseguem se dar relativamente bem. Tubarões já foram pescados até em Iquitos, no Peru, uns 4000 quilômetros rio acima.

Das 483 espécies de mamíferos existentes no Brasil, 324 vivem na Amazônia (67%). Das 141 de morcegos, 125 voam por lá.

Com 30 milhões de espécies, os insetos formam o maior grupo de seres vivos na Terra, sem levar em conta bactérias e microrganismos. Na Amazônia está um terço deles.

Quem não gosta de répteis precisa saber: há 300 espécies desses animais na Amazônia, de cobras a lagartos.

O nome Amazonas foi dado pelo frei espanhol Gaspar de Carvajal, o primeiro cronista europeu a viajar pelo rio, durante a expedição de Francisco de Orellana, na primeira metade do século XVI. O frei afirmou que sua embarcação foi atacada por mulheres que, como na mitologia grega das amazonas, pretendiam escravizar os homens para procriar antes de matá-los.

As mais antigas evidências arqueológicas da existência humana na Amazônia são de, pelo menos, 12.000 anos atrás.

Os índios brasileiros, que eram 6 milhões na época do descobrimento, hoje são 300.000. Enquanto a população total do Brasil cresceu 27 vezes, a dos índios diminuiu vinte. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, havia em torno de 1.300 línguas indígenas no país. Restaram 170.

Dois em cada três índios brasileiros vivem nas reservas indígenas da Amazônia. São 170.000 pessoas em um território equivalente a quase três Alemanhas. Só os 8.200 ianomâmis ocupam uma área de 94.000 quilômetros quadrados, maior que a área de Portugal. Cada índio brasileiro hoje possui em média 3,6 quilômetros quadrados, mais de duas vezes o Parque do Ibirapuera, em São Paulo. No total, é dos índios quase 12% do território nacional.

Há sinais de 53 grupos indígenas ainda isolados, sem contato com a civilização tecnológica, todos na região amazônica. Sujeitos a contatos casuais, os índios continuam despreparados para enfrentar as doenças dos brancos e vivem no nomadismo.

Krenakore, o nome dos índios gigantes da Amazônia, significa “cabeça cortada redondo”, uma referência ao seu corte de cabelo em forma de meio coco. É uma designação de cunho pejorativo, dada pelos rivais kayapós. Os krenakores preferem chamar-se de panarás, a palavra para o pronome “nós”.

Durante o ciclo da borracha (1879-1912), a Amazônia foi responsável por quase 40% das exportações brasileiras. Manaus era a capital mundial da venda de diamantes, e o seu teatro, com 681 lugares, foi construído na Europa e trazido de navio para ser montado no Brasil. Sob o calor de 40 graus, os ricaços usavam terno, gravata-borboleta e colete, imitando os ingleses. As mulheres vestiam-se com modelos parisienses.

Graças à borracha, nos primeiros anos deste século a Amazônia teve uma renda per capita duas vezes superior à da região produtora de café São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A riqueza acabou quando ingleses levaram as mudas de seringais para a Malásia, até hoje líder mundial na produção de borracha natural.

Até 1839, a borracha era um artigo que agradava mais aos curiosos do que aos empresários. Ela derretia no calor e tornava-se quebradiça no frio. Naquele ano, um americano chamado Charles Goodyear (daí a marca do pneu) descobriu o processo de vulcanização da borracha. Isso a tornou estável, tanto no frio quanto no calor. O comércio explodiu. Entre 1850 e o começo deste século, as exportações do produto na Amazônia aumentaram trinta vezes.

Boa Vista: de dia falta água, de noite falta luz

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Na década de 60 havia uma marchinha carnavalesca popular no Rio de Janeiro cuja parte da letra era: “Rio de Janeiro cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz…

Assim está nossa querida Boa Vista, a bela capital do Estado de Roraima: de dia falta água, de noite(e de dia) falta luz. Eu moro no bairro de São Francisco, na minha casa tenho duas caixas dágua de 1.000 litros cada. E mesmo assim, falta água. Imagine quem, não tem caixa dágua?

As vezes informam: falta água porque falta luz. Vixe Maria!!!!! Então a marchina do Rio de Janeiro se aplica bem aqui em nossa Boa Vista?

Energia elétrica é um insumo insubstituível nas nossas vidas. Precisamos dela de noite?

Claro, de noite precisamos de muitas coisa, além de uma boa companhia. Mas para tudo ficar bom é necessário o ventilador ou o ar condicionado. Sem isso… Mas também precisamos dela de dia: Internet, e-mails, trabalho, geladeira, TV, etc Não vivemos sem isso e outras coisitas más. Verdade?

Depois que o fornecimento da nossa energiapassou para o “companheiro Chaves” Tudo está piorando.

PS.: Na sua casa falta água? E energia, também. Você gosta disso? Faça aqui sua análise.