História de Boa Vista e de Roraima, em video

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Um video está no Youtube e conta uma parte da ocupação humana de Roraima, especialmente de Boa Vista.

Vale a pena ver:

Cidade de Boa Vista e sua antigas fotografias

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Vejam algumas fotos bem antigas de Boa Vista – Roraima, a cidade mais bem traçada da Amazônia.

Uma carreata(de boi) após um comício políticona Avenida Jaime Brasil 1954

Cidade de Boa Vista quando o Território Federal do Rio Branco foi criado. 1943 Capital do Território, hoje estado

Antiga Casa do Governador na Avenida Jaime Brasil, comprada de particular

Porto do Cimento e Intendência (Prefeitura). Foto de 1906 (Ouriques)

FOTOS ANTIGAS de Boa Vista

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Antigo Aeroporto de Boa Vista no Centro da cidade, onde hoje está a Loja Maçônica Liberdade e Progresso

Segundo Aeroporto ( Estação de Passageiros) onde hoje está o despacho de carga. Na época o Aerporto era denominado de: Aeroporto Araújo Neto (ex-Governador do Território, um roraimense)

Estudantes na frente ao antigo Grupo Escolar Lobo DÁlmada

Destacamento do Exército Nacional antes da criação de Primeiro Pelotão de Fronteiras

Fotos cedidas pela Casa da Cultura de Roraima

Venezuela está partindo na frente do Brasil quanto ao seu sistema de ferrovias

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Vejam a linha 11 vai chegar a Santa Elena do Uairen. Será possível, portanto ir daquela cidade a qualquer parte da Venezuela. O Brasil e notadamente aqui na região norte ainda não há movimentos políticos que tenham vontade de levar avante um projeto como o meu que une Manaus a Boa Vista e daqui a Georgetown. Havendo interesse poderá se pensar também numa ligação com a Venezuela em Santa Elena do Uairen.

Quem é Aimberê Freitas

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Sou roraimense de Boa Vista, professor universitário,  Doutor em Engenharia de Transportes pela UFRJ e Mestre em Administração Pública pela Escola de Administração de Empresas da FGV de São Paulo. Também sou escritor, pesquisador sobre a Amazônia e autor de 15 livros sobre a região e sobre Roraima e sua gente.

Nasci em 1946 a beira do Iguarapé do Caxangá, filho de pais paraibanos que chegaram a Roraima em 1945. Estudei as primeiras letras na Escola Professor Diomedes e no Ginásio Euclides da Cunha (GEC) em Boa Vista. Após graduação do ensino fundamental e com muito sacrificio pessoal e de minha família, mudei-me para o Rio de Janeiro para cursar o ensino fundamental, já que este era inexistente em Boa Vista na época.

Fiz o curso do ensino médio na Associação Cristã de Moços (ACM) do Rio de Janeiro. No mesmo ano de minha graduação do ensino médio, ingressei e, anos depois, graduei-me em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Fluminense, em Niterói, Rio de Janeiro.  Também tenho Mestrado em Administração Pública e Planejamento Urbano concluído na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo; sou Especialista em Saúde Pública pela Universidade de Ribeirão Preto, São Paulo; e sou Doutor em Engenharia de Transportes e Logística pela COPPE – Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Minha vida pública inclui experiências em cargos executivos e legislátivo:

  • Fui prefeito de Boa Vista.
  • Vereador por Boa Vista.
  • Secretário de Estado da Economia, Agricultura e Colonização.
  • Secretário de Estado da Agricultura.
  • Secretário de Estado da Promoção Social.
  • Secretário de Estado – Chefe da Casa Civil.
  • Diretor da Companhia Energética de Roraima.
  • Diretor da Codesaima.
  • Coordenador de Pesca na Amazônia Ocidental.
  • Membro do Conselho de Desenvolimento Econômico e Social da Presidência da República.
  • Presidente da Agência de Fomento do Estado de Roraima.
  • Superintendente da Federação das Indústrias de Roraima – FIER.
  • Professor de Administração, Economia e Agronomia da FARES de Boa Vista.
  • Consultor de Comércio Exterior do SEBRAE-RR.

Por Amor a Roraima – Vote Aimberê 433

Aimberê 433 – Pesquisador e Escritor

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Conheça mais um pouco de mim. Veja na sequencia abaixo todos os livros que escrevi até hoje. Sempre gostei de pesquisar e logo depois expor essas minhas pesquisas para o grande público por meio de artigos e livros, afinal o conhecimento é para ser difundido. Cada um desses livros exigiu um árduo trabalho de pesquisa e dedicação. Do conhecimento e da experiência que tenho hoje, boa parte adveio das pesquisas que realizei. Tenho muito orgulho de cada um dos livros que escrevi e convido todos a lê-los.

1977 – Uma Estratégia para o Desenvolvimento da Pesca na Amazônia. 1ª. Edição 1977. (Manaus). 2ª. Edição 1999. (Belém).

 

 

 

 

1978 – A Realidade de Roraima e os Projetos em Andamento. Única Edição 1978 (Boa Vista).

 

 

 

 

1991 – Políticas Públicas e Administrativas para os Territórios Federais. 1ª. Edição 1991. (Boa Vista). 2ª. Edição 1998 (São Paulo). É utilizado, como fonte de consulta, nas Universidades de Roraima e Amapá.

 

 

 

1993 – A História Política e Administrativa de Roraima 1943/1985. 1a. Edição 1993. (Manaus).

 

 

 

 

1996 – Geografia e História de Roraima- vendidos 20.000 exemplares. 1ª. , 2ª., 3ª., 4ª. Edições 1996 (Manaus), 5ª. Edição 1998 (Manaus). 6ª. Edição (2002) São Paulo, 7ª. Edição (Boa Vista). É livro texto para estudantes de ensino médio em Roraima.

 

 

 

1998 – Estudos Sociais de Roraima. 1ª. Edição 1998 (São Paulo). É livro didático texto para estudantes do ensino fundamental.

 

 

 

 

1998 – Fronteira Brasil/Venezuela – Encontros e Desencontros. 1ª. Edição 1998 (São Paulo). Com prefácio do Ex- Presidente José Sarney.

 

 

 

 

1998 a 2009 – Figuras da Nossa História. Coleção que está no 9o. Volume. A partir de 1998. 1a. Edição. (São Paulo).

 

 

 

 

2004 – Capítulo denominado Os Territórios Federais e o Banco da Amazônia, do Livro Amazônia, Terra & Civilização: uma trajetória de 60 anos. 2004. Belém do Pará. Produzido pelo Banco da Amazônia em homenagem aos 60 anos do banco.

 

 

 

2006 – Estudos de Transporte e Logística na Amazônia (Organizador) (2006). Manaus – Amazonas. Além de organizador, tem um capítulo Denominado: Caracterização da Demanda Atual, Cenários Futuros e Acessibilidade da Região Centro Norte de Roraima nas Áreas de Influência das BRs 174 e 401.

 

 

 

2007 – A Administração da Justiça em Roraima. 1ª. Edição 2007 (Manaus). Apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Roraima.

 

 

 

 

2007- Roraima – Mosaico de Sonhos. 1ª. Edição 2007. Manaus. Apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Roraima.

 

 

 

 

2008 – BOA VISTA boa de viver. 1ª Edição 2008. São Paulo. Editora CORTEZ.

 

 

 

 

2009 – FERROVIA – Manaus Boa Vista Georgetown – Uma alternativa de Transporte para a Amazônia Ocidental. 2009.

2009 – Reflexões sobre Desenvolvimento, Transporte e Logística na Amazônia Brasileira. Lançado em Manaus durante a V Feira da Amazônia. 2009.

 

20xx – Anotações de Viagens Internacionais. Não publicado.

 

 

 

 

20xx – My Secret Garden. Não Publicado.

 

 

 

 

Por Amor a Roraima – Vote Aimberê 433

Quem é o Aimberê? – Parte 1: "Ó o leite!"

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Infância em Boa Vista – Prof. Aimberê em pé (a direita)

Nasci em Boa Vista, em 1946, as margens do igarapé do Caxangá. Na minha infância sofri de malária 5 vezes e, ainda tive muita asma. O meu nascimento, já que, na época, não existia Maternidade, foi assistido pela D. Nazinha, esposa do Tabelião Vitorino Pereira Pinto, que, posteriormente, tornaram-se meus padrinhos. Foi este homem, pai de Júlio Vital Pereira Pinto e de Deodato Pereira Pinto, que me deu o nome de AIMBERÊ, de origem indígena, mais especialmente dos Tamoios, que habitaram o litoral leste do Brasil. AIMBERÊ foi um cacique dessa tribo que teve muito destaque no Rio de Janeiro. Tornei-me Luiz Aimberê porque na hora do batismo o padre recusou batizar-me com o nome profano de Aimberê. Tinha que ter o nome de um santo e escolheram Luiz, em homenagem ao meu avô paterno Luiz de Freitas França, ele neto de uma francesa, que no século XVII , invertendo os papéis, cruzou com um nativo do litoral nordestino brasileiro quando os franceses invadiram o Brasil, no começo da nossa vida como nação.

O Território possuía uma Divisão de Saúde (hoje é a Secretaria de Saúde) que tratava da burocracia, e a DAMI, gloriosa e salvadora Divisão de Assistência à Maternidade e à Infância que funcionava onde hoje está a Secretaria do Planejamento. Da DAMI eu fui freguês. Meu fichário não continha mais fichas,… era um livro,  tipo livro de atas, tantas foram as vezes que eu, doente, compareci levado pela minha mãe.

Cresci equilibrando-me entre os socorros prestados na DAMI e as águas barrentas do Igarapé do Caxangá. Vi, em 1953, ser inaugurada a primeira ponte de concreto que foi feita em Roraima. Uma pontezinha de 10 m que, ainda hoje, está lá, sobre o Igarapé do Caxangá. Foi uma inauguração monstruosa. Teve até gelo para as bebidas servidas. E, nesta oportunidade, eu vi e peguei em gelo, pela primeira vez.

Na casa em que nasci e onde passei minha primeira infância nunca teve luz elétrica, fogão a gás, geladeira (mesmo a querosene) ou rádio. Lá em casa era lamparina à querosene, fogão de lenha, água do pote e, no lugar de rádio era dormir cedo ou apreciar o luar nas noites de lua cheia, fazer adivinhações e ouvir histórias de fantasmas que nunca apareciam.

A casa simples de adobe e taipa, na periferia, não tinha água encanada e, por isso, as condições de higiene eram precárias. O sanitário, por exemplo, ficava há uns cinqüenta metros da casa, do lado de fora. Era um cubículo de um metro quadrado de paredes e piso de tábuas, coberto de alumínio, sobre um buraco de aproximadamente 2 metros de profundidade. No meio do piso havia uma fenda por onde caíam as fezes e a urina.

A minha saúde bucal foi péssima. Não tenho, na lembrança, a aquisição rotineira de creme para escovar os dentes e não guardo, na memória, o lugar, tão comum, onde as escovas de dente eram guardadas no cotidiano de nossa casa.

Apesar de meus pais sempre terem trabalhado com gado, contava minha mãe que eu não fui criado nem com leite materno e nem com leite de vacas. Sem leite materno por problemas de saúde de minha mãe e sem leite de gado por absoluta rejeição. Tudo leva a crer que eu queria mesmo era o leite da minha mãe. Não tive. E, assim, fui criado com leite Pelargon (da Nestlé) que hoje tem o nome de NAM.

Enquanto moramos próximo ao Igarapé do Caxangá, meu pai sustentava a prole com a venda de leite vaca, ovos de galinha e alguma verdura. Meu pai tinha uma vacaria, mesmo morando num bairro da cidade. As vacas pastavam pelos arredores da cidade ou mesmo nas praças. Eu fui o vaqueiro ou seja o responsável pelo recolhimento das vacas para o curral no final do dia. Minha mãe era quem tirava o leite. O curral era colado na nossa casa. Acordava muito cedo, por volta das 5 horas da manhã, fazia um café e ia comigo para o curral com chuva ou sem chuva. Eu levava uma lamparina e dentro dos coxos utilizados para servir sal grosso para as vacas eu fazia minhas lições e fazia as tarefas. Quando minha mãe, lá pelas 6 e 30 terminava de tirar todo o leite, era hora de engarrafar, colocar as garrafas num saco e eu ia entregar o leite nas casas previamente contratadas pelo meu pai. Quando eu chegava, as pessoas, muitas vezes, ainda estavam dormindo, mas eu não podia esperar. O jeito era gritar:

Ó o leite!!!

As pessoas acordavam, eu entregava um litro de leite numa garrafa e recebia outra garrafa vazia do dia anterior. Eu levava entre 8 a 10 litros por dia. Pesava muito. Depois de entregar o leite, voltava correndo para vestir a farda da escola e começar a estudar até às 11 e 30 horas. Vinha para casa, comia alguma coisa e ia pastorear as vacas para elas não irem para muito longe…

POR AMOR A RORAIMA, VOTE AIMBERÊ – 433

A corrida de Boa Vista

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A Prefeitura realizou, ontem, 9 de julho, no aniversário de Boa Vista, uma corrida pedestre internacional pelas ruas de nossa cidade. Participei dela apesar de meus 63 anos e 106 kg. E cheguei no tempo previsto capaz de receber uma medalha. Achei isso uma grande vitória para mim (no que se refere à minha higidez física e mental).

Corredores de outras estados e países, jovens e com muito preparo, chegaram mais cedo que eu. Parabéns para eles. Juventude é um dádica passageira, infelizmente.

Essa não foi a minha primeira vez quanto à participação. Quando fui Prefeito da cidade anos atrás, promovi um passeio ciclístico e dele eu estava à frente. Sempre que posso e estou na cidade participo ou acompanho não só a parte esportiva, mas também o restante da programação, geralmente de uma semana.

A novidade dessa corrida é que agora ela está inserida no calendário nacional da modalidade e isso irá atrair corredores profissionais para a nossa Boa Vista. O prêmio para eles é a grande atração. Para mim, o prêmio é ter coragem e tempo para participar e com determinação, persistência e resistência cruzar a linha de chegada.


2010. Medalha da corrida 9 de julho

2010 No páteo de preparação para a Largada

Passeio ciclístico de quando fui Prefeito de Boa Vista

PS.: Se você gosta dos esportes e de Boa Vista, manifeste aqui seu ponto de vista sobre tudo isso

A galeria dos Ex-Prefeitos de Boa Vista

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Para dar início à programação de comemoração do aniversário de Boa Vista, a Prefeitura inaugurou, ontem, 1 de julho, no hall de entrada de sua sede, um grande painel com a fotografia, nome e o período de cada um dos homens e mulheres que já governaram Boa Vista, desde o primeiro Cel. Mota até o o atual, Iradilson Sampaio.

O painel tem alguns espaços em branco. Não por falta de nomes, mas de fotografias. É que muitos dos nossos ex-gestores municipais, totalmente, desvinculados de nossa sociedade, por aqui passaram e não deixaram nem suas pegadas. Aqueles espaços vazios de suas fotografias, jamais serão preenchidos. Como disse na ocasião o ex-Prefeito Júlio Martins, o poder, fugaz e passageiro, vale não pelo seu exercício em si, mas pelo que o homem fez ou deixou de fazer e, principalmente, pelo exemplo deixado. Só assim ele merece ser lembrado.

Os familiares dos Prefeitos do passado, muitos já falecidos, mas que deixaram em Boa Vista o seu lagado, estavam presentes e isso alegrou a todos.

Dos Ex-Prefeitos vivos estiveram na inauguração: Júlio Martins, Barac Bento, Hamilton Gondin, Newton Tavares e Aimberê Freitas.

O atual gestor municipal, Iradilson Sampaio marcou um gol de placa com a inauguração daquela galeria. Tenho certeza que seus assessores, responsáveis pelo feito, trabalharam muito para conseguir juntar todo aquele acervo para a galeria e convidados para a festa.

Em meu nome e de minha família agradeço o fato de estar alí naquela galeria, num retrato em Branco e Preto, de modo permanente e servindo de espelho para as gerações futuras. Governei a minha cidade com muito amor, dedicação e trabalho. No final da década de 70, quando fui Prefeito, Boa Vista tinha 40.000 hab. e um orçamento muito pequeno, mas em compensação tinha exatos 248 funcionários. Todos os seus nomes ainda presentes no meu coração. A Prefeitura hoje é muito grande e a cidade também. Um dia ainda quero retornar à Prefeitura para enfrentar esses desafios ampliados.

Parabéns à Boa Vista pelos seus  120 anos e 60 Ex-Prefeitos.

Boa Vista: de dia falta água, de noite falta luz

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Na década de 60 havia uma marchinha carnavalesca popular no Rio de Janeiro cuja parte da letra era: “Rio de Janeiro cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz…

Assim está nossa querida Boa Vista, a bela capital do Estado de Roraima: de dia falta água, de noite(e de dia) falta luz. Eu moro no bairro de São Francisco, na minha casa tenho duas caixas dágua de 1.000 litros cada. E mesmo assim, falta água. Imagine quem, não tem caixa dágua?

As vezes informam: falta água porque falta luz. Vixe Maria!!!!! Então a marchina do Rio de Janeiro se aplica bem aqui em nossa Boa Vista?

Energia elétrica é um insumo insubstituível nas nossas vidas. Precisamos dela de noite?

Claro, de noite precisamos de muitas coisa, além de uma boa companhia. Mas para tudo ficar bom é necessário o ventilador ou o ar condicionado. Sem isso… Mas também precisamos dela de dia: Internet, e-mails, trabalho, geladeira, TV, etc Não vivemos sem isso e outras coisitas más. Verdade?

Depois que o fornecimento da nossa energiapassou para o “companheiro Chaves” Tudo está piorando.

PS.: Na sua casa falta água? E energia, também. Você gosta disso? Faça aqui sua análise.