Erro da ELETROBRÁS

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Acordo cedo e leio na Folha de Boa Vista o seguinte tópico:

“A troca de favores relacionados ao fornecimento de energia elétrica entre o Brasil e a Venezuela está longe de terminar. Pelo menos é o que reza os planos de internacionalização da Eletrobrás que incluem uma parceria estratégica de troca de energia com o país vizinho. O Brasil planeja importar eletricidade em período de seca no hemisfério Sul quando está úmido no hemisfério Norte e vice-versa.”

Essa troca de favores torna-se inexeqüível. Primeiro porque a energia do Brasil (hemisfério Sul) está muito longe (em TUCURUÏ – Pará). Do Amazonas e de Roraima, nem pensar. Esses estados não tem energia nem para eles. E em segundo lugar, e isso a ELETROBRÁ não entende é que e Venezuela tem um governo instável e incoerente. Sua marca é de não cumprir acordos.

Basta ver que recentemente sofremos com o racionamento de energia importada da Venezuela por conta de uma “seca”. O que não foi verdadeiro. O que faltou e falta na usina de Gury é manutenção das turbinas. Simplesmente o Presidente daquele país diz que odeia americano e por conta disso, como as turbinas precisam receber essa manutenção por técnicos norte-americanos além das peças de reposição que devem vir daquele país. E não se faz nada por questões ideológicas. E quem paga isso é o povo venezuelano e os bobos (como o governo do Brasil) que compram energia elétrica da Venezuela.

Agora vem a ELETROBRÁS e anuncia “planeja importar eletricidade em período de seca no hemisfério Sul quando está úmido no hemisfério Norte e vice-versa.” É por isso que temos que mandar para Brasília um Senador que conheça a realidade regional e possa orientar o Brasil na condução melhor dos nossos destinos.

P.S.: E o que você pensa disso? Será um bom negócio para nós?

Ou será melhor construir a nossa própria Hidrelétrica?