Política: Nuvem passageira

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No Brasil, dizem os cientistas políticos, que os partidos não são consistentes e não seguem princípios. Só conveniência, com algumas e raras excessões como PV. Em outras palavras: os adversários de hoje foram os amigos de ontem e podem ser os inimigos  de amanhã e vice-versa. É na realidade da história da nuvem passageira: O sujeito olha para o céu, ela está de um jeito, minutos depois torna a olhar e ela está diferente. Mas uma coisa é nuvem passageira, outra são PRINCÍPIOS. Estes não são como as nuvens.Existem ou não. Os palanques são uma salada. As coligações, idem e os discursos são uma verdadeira bagunça ideológica.

Em Roraima, pelo andar da carruagem, quando o Dilma vier a Boa Vista poderá subir em todos os palanques se assim desejar e a mesma coisa com Serra. Com Marina será diferente. O único palanque dela será o PV.

Por que será que nos Estados Unidos, na Inglaterra, na França, não é assim?

Quantos partidos existem no Brasil?

Quem é coerente na política brasileira? E em Roraima?