Correios prejudicam os brasileiros

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Cada um dos brasileiros tem uma história para contar de problemas envolvendo os Correios na entrega das correspondências.

O trabalho deixou de ser eficiente. A crise está se prolongando sem que o governo tome uma atitude concreta. A briga é política, o PMDB dominou, e indicou os seus dirigentes, durante o governo recém findo. Agora briga oura vez pela indicação. O tempo passa e os brasileiros sofrem.

Vejam só essa estatística a respeito do tema: Não bastassem os imbróglios administrativos, os grampos e vídeos dos últimos anos, agora aparece um assunto tão ou mais grave nos Correios. Levantamento feito dentro dos Correios por auditores e sindicalistas mostra que a proporção de cartas extraviadas dobrou. Durante muito tempo, oscilava em torno dos 5%, o que já era um número internacionalmente alto. Pois bem: agora oscila em torno dos 10%. Um número considerado, pelos que fizeram o estudo e compararam com outros países, o maior do mundo.

Não podemos continuar sendo penalizados é precisa uma reação.

P.S.: Onde estão nossos representantes federais?

A História do voto no Brasil

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Esse texto foi escrito por Antonio Carlos Olivieri para a Folha de São Paulo. Vejam como somos cheios de curiosidades.

Data de 1532 a primeira eleição aqui organizada. Ela ocorreu na vila de São Vicente, sede da capitania de mesmo nome, e foi convocada por seu donatário, Martim Afonso de Souza, visando a escolher o Conselho administrativo da vila. Na verdade, durante todo o período colonial, as eleições no Brasil tinham caráter local ou municipal, de acordo com a tradição ibérica.

Eram votantes os chamados “homens bons”, expressão ampla e ambígua, que designava, de fato, gente qualificada pela linhagem familiar, pela renda e propriedade, bem como pela participação na burocracia civil e militar da época. A expressão “homens bons”, posteriormente, passou a designar os vereadores eleitos das Casas de Câmara dos municípios, até cair em desuso. As Câmaras acumulavam, então, funções executivas e legislativas.

Cortes Portuguesas

Somente um ano antes da proclamação da Independência, em 1821, ocorreu a primeira eleição brasileira em moldes modernos. Elegeram-se os representantes do Brasil para as Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, após a Revolução Constitucionalista do Porto e a volta do rei dom João 6º. a Portugal, em 1820.

Desde 1808, dom João governava o Império português a partir do Brasil, devido a invasão da península Ibérica por Napoleão Bonaparte. Nesse período o Brasil perdeu a condição colonial, tornando-se Reino Unido a Portugal e Algarves. Desse processo, como se sabe, resultou a proclamação de nossa Independência por dom Pedro 1º. E, com ela, uma nova ordenação jurídica e política, que apresentava, naturalmente, novas regras eleitorais.

Durante o Império

A primeira Constituição brasileira, outorgada por dom Pedro 1º. Em 1824, definiu as primeiras normas de nosso sistema eleitoral. Ela criou a Assembléia Geral, o órgão máximo do Poder Legislativo, composto por duas casas: o Senado e a Câmara dos Deputados – a serem eleitos pelos súditos do Império.

O voto era obrigatório, porém censitário: só tinham capacidade eleitoral os homens com mais de 25 anos de idade e uma renda anual determinada. Estavam excluídos da vida política nacional quem estivesse abaixo da idade limite, as mulheres, os assalariados em geral, os soldados, os índios e – evidentemente – os escravos.

Outra característica interessante do voto no império era que as votações inicialmente ocorriam em quatro graus: os cidadãos da província votavam em outro eleitores, os compromissários, que elegiam os eleitores de paróquia que, por sua vez, elegiam os eleitores de comarca, os quais, finalmente, elegiam os deputados. Quanto aos senadores, basicamente eram nomeados pelo imperador.

Posteriormente o sistema foi simplificado para dois graus, com eleitores de paróquia e de província, até que em 1881, a Lei Saraiva introduziu o voto direto, mas ainda censitário. Desse modo, até o fim do Império, somente 1,5% da população brasileira tinha capacidade eleitoral.

Na República

Ninguém pense que a República modificou rapidamente esse quadro. Na primeira eleição para direta para presidente da República, em 1894, Prudente de Morais chegou ao poder com cerca de 270 mil votos que representavam quase 2% da população brasileira da época.

A ampliação do direito de voto a um número cada vez maior de brasileiros aconteceu ao longo do século 20. O voto feminino, por exemplo, data de 1932 e foi exercido pela primeira vez em 1935. Em função da ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945), porém, as mulheres só voltaram a votar em 1946.

Vale lembrar que a ditadura de Vargas e a dos militares de 64 privaram o eleitorado nacional do voto para presidente por nove vezes e que, em 117 anos de República com 34 presidentes, somente 16 se elegeram pelo voto direto.

Quem vota hoje

Até a Constituição de 1988, o voto era um direito negado aos analfabetos, um percentual significativo da população, sem falar dos soldados e marinheiros. Não deve causar surpresa, portanto, o fato de presidentes eleitos com números expressivos, como Jânio Quadros, que obteve quase 6 milhões de votos em 1960, terem participado de eleições que mobilizaram somente 10% da população do país.

A partir de 1988, com a Constituição que continua em vigor, o eleitorado aumentou consideravelmente, e veio a ultrapassar a casa dos 100 milhões. Atualmente, o voto é obrigatório para todo brasileiro com mais de 18 anos e facultativo aos analfabetos e para quem tem 16 e 17 anos ou mais de 70 anos. Estão proibidos de votar os estrangeiros e aqueles que prestam o serviço militar obrigatório.

Medicina e Política

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O exercício da medicina é uma ação científica que necessita de muitos anos de estudo, prática e dedicação. Uns dizem até que a medicina é um sacerdócio.

Não há dúvida, por exemplo, de sua grande importância para a sociedade. Precisamos cada vez mais de médicos e nas mais variadas especialidades. No caso específico do Norte do Brasil a necessidade de médicos é bem maior que no Sul e Sudeste.

Já o exercício da política é igualmente útil, importante e necessário, mas com características bem diversas. O homem para se dedicar e fazer bem o exercício político tem que ser familiarizado com vários temas da sociedade como democracia, economia, filosofia, direito, finanças, política enquanto ciência, sociologia e outros temas bem diferentes da medicina.

Ocorre que muitos misturam os dois exercícios. E é essa mistura que muitas vezes complica, para a sociedade,  ou não. As vezes a sociedade ganha um político apenas razoável e perde um grande médico e vice-versa. Não se pode evidentemente imaginar proibir de um médico fazer política. Mas ele tem que ter a consciência dessa duplicidade e procurar exercer, antes de tudo seu sacerdócio da medicina (que é para raros seres humanos) e procurar compatibilizar com seu exercício político. É difícil? Sim, mas possível. Dependendo da pessoa e de sua percepção.

P.S.: Qual é sua opinião? Você está favor ou contra esse tipo de trabalho duplo?

Amanhã é a convenção

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Amanhã será um dia especial para mim e para Roraima. Começaremos  uma caminhada nova, diferente e se Deus desejar, vitoriosa, mas muito dura.

Nova, porque o país, e Roraima em particular vive, há muitos anos, uma situação em quem falar de política e de políticos é feio, vergonhoso, ridículo e quem fala é até desdenhado. Não pela ação da política em si que é uma necessidade imperiosa para a vida humana, tanto para a vida do indivíduo maior para a sociedade, mas como ela está sendo vista.

A tarefa da política esta diretamente relacionada com a grande aspiração do homem moderno: a busca da felicidade.

Não é fácil discutir a questão da política nos dias de hoje.

Estamos carregados de desconfianças em relação aos homens do poder. Porém, o homem é um ser essencialmente político. Todas as nossa ações são políticas e motivadas por decisões ideológicas. Tudo que fazemos na vida tem conseqüências e somos responsáveis por nossa ações. Votar também tem consequências.

A omissão, em qualquer aspecto da vida, significa deixar que os outros escolham por nós. Isso me motivou a ser um pré-candidato e se os convencionais desejarem: candidato ao Senado da República.

Nossa ação política está presente em todos os momentos da vida, seja nos aspecto privado ou público. Vivemos com a família, relacionamos com as pessoas no bairro, na escola, somos parte integrantes da cidade, pertencemos a um Estado e País, influímos em tudo o que acontece em nossa volta. Podemos jogar lixo nas ruas ou não, podemos participar da associação do nosso bairro  ou trabalhar com voluntário em uma causa em que acreditamos.

Podemos votar em um político corrupto ou votar num bom político, precisamos conhecer melhor propostas, discursos e ações dos políticos que nos representam.

Não podemos confundir que política é simplesmente o ato de votar. Estamos fazendo política como tomamos atitudes em nosso trabalho, quando estamos conversando em uma mesa de bar ou quando estamos bebendo uma cerveijinha após uma “pelada” de futebol. Estamos fazendo política quando exigimos nossos direitos de consumidor, quando nos indignamos ao vermos nossas crianças fora das escolas.

Perguntamos: Conhecemos o Código do Consumidor? A nossa Constituição? E que dizer das leis transito que estamos a todo momento desrespeitando?

Todas as nossas ações na vida são essencialmente políticas.

A política está presente quotidianamente em nossa vidas: na luta das mulheres contra uma sociedade machista que discrimina e age com violência; na luta dos portadores de necessidade especiais para pertencerem de fato à sociedade; dos jovens que chegam ao mercado de trabalho saturado; enfim, na luta de todas as minorias por uma sociedade inclusiva que se somarmos constituem a maioria da população. Atitudes e omissões fazem parte de nossa ação política perante a vida. Somos responsáveis politicamente pela luta por justiça social e uma sociedade verdadeiramente democrática e para todos.

O problema está centrado não na Política enquanto ciência a ser praticada, mas em quem a pratica: os Políticos.

Os políticos, eis a questão.

Apesar da política ser considerada uma profissão honrada, muitas pessoas hoje,  têm uma opinião negativa a respeito dos políticos. Eles são vistos como pessoas inescrupulosas, cujas promessas não são verdadeiras. Também são acusados de desvios de verba para o seu próprio interesse e não para o interesse do povo e demais desvios de caráter.

No Brasil, na maioria das vezes a classe política é composta de pessoas ricas, ou de indivíduos que dependem da classe mais rica da sociedade para se eleger.

Uma outra crítica que é feita aos políticos é em relação àqueles chamados “políticos profissionais”, políticos que exercem diversos mandatos e ganham dinheiro unicamente com esses mandatos.

Outra frequente crítica aos políticos, e à política em geral, é a incapacidade de muitos políticos em entender conceitos básicos da economia. Muitos cargos políticos não têm pré-requisitos de formação educacional, e muitos políticos têm pouca ou nenhuma formação na área de administração. Mesmo assim, os políticos têm responsabilidades em áreas de gestão e de tomada de decisão que exigem conhecimentos em economia, finanças e administração pública.

No Brasil, eles são vistos como ladrões do dinheiro publico, pois praticam nepotismo, desvio de verba, quebra de decoro parlamentar, superfaturamento de obras, licitações fraudulentas.

Mesmo com todos os contras os políticos brasileiros ainda se mantem no poder, principalmente porque o poder acaba passando de pai para filho.

Recentemente, por iniciativa e pressão da sociedade ávida por MUDANÇA o Congresso Nacional aprovou uma Lei denominada de FICHA LIMPA, para impedir que políticos que tenham sido condenados por um Tribunal sejam candidatos nestas eleições de 2010. Na verdade, o meu partido PV antecipou-se a essa Lei. No PV quem tem ficha suja não pode ser candidato.

Assim vamos em busca do apoio dos eleitores a partir de amanhã.

PS.: Você está de acordo com o escrito acima? Em que voce pode ajudar para mudar essa situação? Discuta isso, forme seu grupo e vamos fazer um garnde movimento de MUDANÇA no Brasil começando, quem sabe por Roraima. Está de acordo?

Política: Nuvem passageira

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No Brasil, dizem os cientistas políticos, que os partidos não são consistentes e não seguem princípios. Só conveniência, com algumas e raras excessões como PV. Em outras palavras: os adversários de hoje foram os amigos de ontem e podem ser os inimigos  de amanhã e vice-versa. É na realidade da história da nuvem passageira: O sujeito olha para o céu, ela está de um jeito, minutos depois torna a olhar e ela está diferente. Mas uma coisa é nuvem passageira, outra são PRINCÍPIOS. Estes não são como as nuvens.Existem ou não. Os palanques são uma salada. As coligações, idem e os discursos são uma verdadeira bagunça ideológica.

Em Roraima, pelo andar da carruagem, quando o Dilma vier a Boa Vista poderá subir em todos os palanques se assim desejar e a mesma coisa com Serra. Com Marina será diferente. O único palanque dela será o PV.

Por que será que nos Estados Unidos, na Inglaterra, na França, não é assim?

Quantos partidos existem no Brasil?

Quem é coerente na política brasileira? E em Roraima?

Brasil e o Combate à Corrupção

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No Brasil, e em muitos países do mundo, a Democracia representativa está em crise. A Democracia Participativa surge como uma força democrática substitutiva. Essa tem como sua característica a não remuneração dos  seus membros. As consultas populares e as audiências públicas, quando bem conduzidas, também são um excelente instrumento de democracia participativa além dos Conselhos Econômicos e Sociais.

A democracia representiva já foi um exemplar instrumento democrático, mas as eleições para a escolha dos seus representantes tornou-se um lugar por demais acolhedor de corrupção pela audaciosa compra dos votos dos eleitores carentes. A pobreza é a melhor amiga da corrupção eleitoral.  O instituto da reeleição obriga a que os que desejam se manter no cargo lutem desesperadamente pela sua recondução. Se isso não fosse possível a corrupção ainda resistiria, mas em menor grau de virulência. Sou contra a qualquer tipo de reeleição para qualquer tipo de cargo. O candidato a representante, em muitos e muitos casos, pela sua proximidade com o Poder Executivo e este em si mesmo, desenvolveu mecanismos de corrupção que vão muito além do imaginável para retirar dinheiro do Executivo para custear as campanhas eleitorais  cada vez mais caras. É um circúlo vicioso.

Mas não há corrupção sem corruptores. Corruptor é aquele, que não é do governo, mas está colado nele, como fornecedor de serviços e por onde passa, necessariamente o dinheiro que sai do governo. Torna-se assim a porta da corrupção com super faturamentos, licitações viciadas, etc. Nenhum estado é imune a isto, muito menos Roraima. Surgiu no Brasil um Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Trata-se de uma parte mais consciente da sociedade que deseja um Brasil melhor com os recursos orçamentários sendo empregados em melhoria dos serviços públicos de interesse coletivo. Quanto mais pobre o país mais corrupto ele é. E o Brasil é um país ainda pobre, mas com um imenso desejo de avançar social, econômica e culturalmente. Seus avanços são tímidos. No governo Lula o país avançou socialmente. Milhões de miseráveis deixaram essa condição e passaram para a pobreza, muito pobres ascenderam para a classe média, mas ao mesmo tempo surgiram os escândalos por exemplo dos “mensalões”. Vem agora um candidato e diz que o “Brasil pode mais”. E pode mesmo. Basta cumprir o que está na Constituição Federal em seu art.37 quando enumera os Princípios Constitucionais que regem a Administração Pública brasileira: Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência. Quem está na Administração do país em qualquer nível e que não cumpre esses princípios comete crime de improbidade administrativa se suja sua ficha de representante quer seja no Executivo, no Legislativo e mesmo no Judiciário. O Movimento de Combate a Corrupção Nacional levantou a chamada Ficha Suja (ou limpa de alguns) dos representantes (políticos) com o propósito de alertar os eleitores e tentar diminuir a taxa dos que pretendem se eleger mas estão maculados. O site www.mcce.org.br dá as coordenadas. O projeto já foi pro beleleu nas Casas Legislativas, mas a vontade popular não. Já o site http://www.excelencias.org.br/ traz detalhes da ficha de cada um dos atuais políticos em atividade basta aciona-los para ficar por dentro de tudo. Daí para frente a ação é com cada um de nós. Que tenhamos uma boa sorte.!!!

PS.: Qual sua participação na exclusão dos corruptos da vida nacional? O que você tem feito para que isso aconteça?