Brasil é destaque no Miami Herald

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Jornal ressalta presença de turistas brasileiros na Flórida e a força da economia de um país que é o principal parceiro comercial da região

O Brasil está mesmo na moda. A manchete de capa do jornal Miami Herald destaca que tudo parece girar em torno do nosso país, desde os milhares de turistas que visitam a Flórida até a profusão de negócios que envolvem as duas partes. Afinal, os brasileiros são os principais parceiros comerciais da região, com movimento bilateral superior a 10 bilhões de dóalres ao ano. E não custa lembrar que o presidente Barack Obama está de viagem marcada a Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, para estreitar ainda mais os laços entre as duas nações.

Em Miami, por exemplo, a Prefeitura bem que poderia colocar o tapete vermelho a cada voo vindo do Brasil – e não são poucos. Em 2010 foram mais de 500 mil brasileiros vindos para cá e os cálculos dão conta que gastaram mais de um bilhão de dólares. “Eles compram de tudo, desde cremes da Victoria’s Secret até bolsas Prada”, atesta Claudia Menezes, da Pegasus Transportation, usada como fonte na matéria do Herald. O jornalista chegou a fazer uma comparação grosseira para descrever a quantidade de brasileiros nos shoppings do sul da Flórida: “Parece até um enxame de gafanhotos, buscando liquidações desde o Dadeland Mall até o Sawgrass Mills”.

Segundo Rolando Aedo, vice-presidente de marketing do Greater Miami Convention and Visitors Bureau, os brasileiros estão quebrando todos os recordes nas estatísticas envolvendo o turismo e, provavelmente, já são os estrangeiros que mais visitam a Flórida, deixando os canadenses para trás. Só a American Airlines possui 52 voos semanais entre Miami e cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Belo Horizonte. Para atender a este público, Aedo disse que a entidade tem publicado guias, mapas e outros materiais em português. No texto do Herald há também a menção a Pompano Beach, lembrando que muitos visitantes brasileiros têm como destino a cidade em Broward, onde vivem seus parentes.

A economia saudável, com taxas de desemprego em índices baixos, e o real valorizado são algumas das explicações citadas pelo jornal para o boom dos brasileiros em viagens internacionais para os EUA. Mas o jornalista lembrou também que os pacotes turísticos para a Flórida geralmente são mais baratos que uma viagem para o Nordeste do Brasil. “Além do mais, brasileiros adoram o clima quente e as praias da região”, confessou Claudia Bacelar, que é corretora imobiliária em Miami.

http://acheiusa.com/acheiusa/asp/noticias/noticia-local.asp?cd_n=6589

MONTE RORAIMA – desafio brasileiro para o Turismo

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Sem duvida o Monte Roraima é um importante e conhecido ponto turístico de toda região Amazônica e a Venezuela. Turistas do mundo inteiro chegam ã Venezuela para visitar o Monte Roraima. Pagam caro por isso.

Todavia o mais interessante e que os turistas brasileiros precisam ir à Venezuela, pagar para os venezuelanos para poderem subir aquele Monte. O acesso só é possível pelo lado da Venezuela.

O Monte esta exatamente na divisa entre os dois países e mais a Guyana. É a chamada tríplice fronteira. A pergunta e: “Por que não se tem acesso ao Monte Roraima pelo lado brasileiro?” A resposta é a seguinte: Pelo lado brasileiro o Monte apresenta uma inclinação negativa de aproximadamente 600 a 800m de altura. A escalada só é permitida para experientes alpinistas. Mas poderia ser totalmente realizável se um teleférico, tipo bondinho do Pão de Açúcar do Rio de Janeiro, fosse construído do lado do Brasil. O turista subiria esses 800m pelo teleférico e dai prosseguiria se assim desejasse ate o pico.

Na base do teleférico seria montada uma infra estrutura hoteleira de alto nível para os turistas que desejassem se hospedar por ali e usar o teleférico.

No mais, seria estrada de bom nível, serviços de hotelaria, internet, TV, etc.

Isso sim desenvolverá o turismo em Roraima e na Amazônia. A partir daí, não precisaríamos ir ate a Venezuela e ao contrario poderíamos receber os turistas do mundo inteiro que vistam aquele ponto turístico constantemente.

Isso é mais uma idéia para ser discutida e aprimorada pelos internautas e comentaristas desse Blog. Tenho o propósito de discutir e ampliar a participação.

Monte Roraima.

Foto: WWW.aleitdaatracao.blogspot.com

Outra vista do Monte Roraima

Foto: WWW.jornalorebate.com.br

Turismo Europeu na Amazônia

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O mundo aprecia fazer turismo na Amazônia. Mas esse está concentrado em Manaus e em Belém.

Roraima, Acre, Rondônia e Amapá se conforma com pouco. Não necessariamente temos que ficar estáticos esperando algo cair das tetas do governo.

Vejam bem, tenho uma idéia que quero compartilhar com os amigos:

1- Moramos em uma ilha. Essa é formada Brasil (AM-RR-PA-AP), Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela. Nela fala-se 5 idiomas: português, francês, holandes, inglês e espanhol.

2- É possível fazer uma viagem de circunavegação em torno dessa ilha. Começa em qualquer cidade da sua borda. Por exemplo: Se inicia em Manaus ( mas pode ser Belém, Santarém, Macapá ou Caiena, Paramaribo, Georgetown, Ciudad Bolivar, etc). Desce de barco até Belém, sobe pela costa das Guianas, entra no Rio Orinoco, sobe-o até o Canal do Cassiqquiari e daí desce pelo Rio Negro e chega novamente em Manaus. Veja o croqui do mapa em anexo.

Os apelos turísticos para uma viagem desta são inúmeros. Ingleses, franceses, holandes, brasileiros, venezuelanos, espanhois, portugueses e tantos outros povos desejaríam fazer uma viagem desta.

A idéia está aqui lançada. Quero ler os comentários dos “experts”.

Uma ilha no coração da Amazônia - uma pequana Europa