Venezuela se descola do êxito latino americano

by

O texto está mesmo em espanhol. É uma matéria do Jornal El País da Espanha. Vale a pena ler e refletir já que a Venezuela é um vizinho e parceiro do Brasil.

Tras 12 años de chavismo, los expertos ven al país caribeño en la peor posición para aprovechar las buenas perspectivas económicas de la región

Madrid – 19/02/2011

Que Latinoamérica se encuentra ante la posibilidad de protagonizar una gran historia de éxito económico en los próximos años es un análisis ya ampliamente compartido. Pero entre los grandes países Venezuela corre serio peligro de perder ese tren. En el gigante caribeño, “el deterioro del tejido productivo y la dependencia y el endeudamiento externos disminuyen el crecimiento potencial y aumentan la probabilidad de nuevas crisis”, según afirma un nuevo estudio económico sobre la región latinoamericana realizado por la asesoría madrileña Solchaga Recio & Asociados Es el último informe especializado en confirmar la tesis de que 12 años de chavismo están a punto de situar a Venezuela en un punto de no retorno económico.

Las perspectivas de Venezuela para este año arrojan una asfixiante inflación del 28%, más del doble que el siguiente de los países grandes, Argentina (11,2%). En línea con las previsiones de organismos como la CEPAL de Naciones Unidas, el informe sitúa a Venezuela como el único gran país latinoamericano que terminó 2010 en recesión (PIB de -1,9%) frente al crecimiento de 6% de media en la región. Para este año, con la recuperación económica consolidada, según el estudio, Venezuela crecerá un 1,4% frente a una media en Latinoamérica del 4,3%.

“El problema económico de Venezuela es fruto de la crisis política”, afirma Jonás Fernández, director del Servicio de Estudios de Solchaga Recio & Asociados. “Durante la década de Hugo Chávez se ha deprimido la inversión privada nacional y se han metido en una especie de enfermedad holandesa con el monocultivo del petróleo”, un sector que “desde que fue nacionalizado, se ha convertido en un instrumento del Gobierno”, añade.

Aparte, Fernández explica que el Gobierno de Hugo Chávez ha mantenido la divisa apreciada, por lo que “hay una sustitución de producción nacional por importaciones”. La economía se mantiene gracias a los precios altos del petróleo, opina este experto, aunque la gestión gubernamental ha hecho caer la producción y este salvavidas puede no durar mucho tiempo. “Llevo años sorprendiéndome cada vez que aguanta un año más”, dice Fernández, quien ve a Venezuela en “una situación crítica”. Políticamente, el informe concluye afirmando que “la involución democrática amenaza con socavar irreversiblemente el Estado de derecho”.

El estudio Perspectivas América Latina 2011 presenta otra cara de la moneda al fijarse en Perú, al que atribuye un crecimiento del 8,7% en 2010, el más alto de los grandes países latinoamericanos, y pronostica que seguirá a la cabeza este año con un 6,3%. Las exportaciones a China están en el centro de la explicación del despegue peruano. Al contrario que en Venezuela, el estudio apenas atribuye estas cifras a causas políticas. De hecho, aporta como dato tranquilizador que en todos los candidatos a las elecciones de abril “se observa cierta convergencia y compromiso continuista” en materia económica.

Sin embargo, el próximo gobierno deberá esforzarse en “combatir la pobreza, la desigualdad la corrupción y avanzar en la solidez institucional”, dice el informe. “Sería importante intensificar el estilo Lula”, añade Fernández, porque las cifras de pobreza en Perú no bajan “de la forma esperada” con semejantes cifras de crecimiento. “Si no incorporas más gente al proceso de crecimiento, tiene un límite”.

http://www.elpais.com/articulo/internacional/Venezuela/descuelga/exito/latinoamericano/elpepuintlat/20110219elpepuint_2/Tes

Brasil e Venezuela definem habitação e planos agrícolas como prioridades

by

A matéria seguinte como podemos ver, trata das últimas conversa ao nível de chancelaria entre o Brasil e a Venezuela. Roraima, como o estado brasileiro que, normalmente tem maior interesse na relação com a Venezuela não foi citado uma única vez.  Qual terá sido a motivação dessa reunião? Por que não envolveu Roraima e o Amazonas mais explicitamente?

Brasil e Venezuela definem habitação e planos agrícolas como prioridades

DA EFE

Os programas de habitação e os planos agrícolas em território venezuelano serão o foco principal no início da nova etapa nas relações entre Venezuela e Brasil, definiram em Caracas os chanceleres dos dois países.

Os ministros das Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro, e do Brasil, Antonio Patriota, se reuniram na segunda-feira na capital venezuelana para traçar o mapa da rota que seguirão as duas nações de agora em diante, na primeira reunião deste nível após Dilma Rousseff chegar ao poder.

“Decidimos priorizar o tema da construção e financiamento de imóveis e o desenvolvimento da produção agrícola na Venezuela como prioridades desta etapa que inicia agora”, disse Maduro à imprensa após a visita de cortesia que Patriota fez ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Os chanceleres anunciaram que nas próximas semanas haverá uma série de reuniões para dar forma às decisões tomadas nesta segunda-feira, que, além disso, servirão como agenda de trabalho para a visita de Chávez a Dilma, o que ainda não tem data definida.

“Há um intenso programa de reuniões para quando Chávez se reunir com Dilma no Brasil, o que esperamos que seja muito em breve, para que possam avaliar o que estamos fazendo e programar nossa relação para o futuro”, disse Patriota.

O chanceler brasileiro disse que também foi discutida a incorporação definitiva da Venezuela ao Mercosul assim como o plano de impulsionar cada vez mais a União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

“Falamos do Mercosul, para conseguir o mais imediato ingresso da Venezuela, e também da Unasul, para ver como trabalhamos juntos, porque é um grande momento para que a América do Sul se transforme em uma grande zona econômica e de convênio político”, manifestou Patriota.

“Expressamos ao chanceler Patriota que nestes últimos oito anos o presidente (Hugo) Chávez e o presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva) chegaram a uma visão conjunta de nossa região”, disse Maduro, acrescentando que espera que esta relação se mantenha “para a construção de um mundo novo”.

A saída para o desenvolvimento é para o Norte

by

Acabo de fazer um trabalho de muito fôlego: identificar os 50 produtos mais demandados pela Venezuela que Roraima pode atender.

Vejam: a Venezuela é um país vizinho colado em Roraima. Durante muitos anos, Brasil e Venezuela estavam de costas um para o outro. A fronteira entre ambos está exatamente nas duas regiões menos povoadas de cada um dos países. Isso evidentemente dificultava o relacionamento. Em 1961, a Venezuela fundou Puerto Ordaz para ser uma espécie de Pólo Industrial Venezuelano. Esta, fica ao lado da centenária Ciudad Bolivar. Com Puerto Ordaz, o sul da Venezuela cresceu e se desenvolveu. A densidade demográfica daquela região aumentou substancialmente. Naturalmente veio a idéia de interligar o sul da Venezuela com o Norte do Brasil por uma rodovia.

E dessa rodovia quase todos sabem de sua história. A Venezuela fez primeiro  a sua parte e ficou anos esperando o Brasil cumprir sua parte.

Com a rodovia surgiu o comércio entre os dois países via rodoviária, o que jamais havia ocorrido em séculos de história.  Todavia os produtos negociados de ambos os lados ficaram contidos a uma relação muito pequena. Pela insistência dos empresários para vencer as dificuldades interpostas pela burocracia, as resistências estão sendo quebradas a duras penas, é verdade.

Acredito que a saída para o desenvolvimento de Roraima está voltada para o Norte e não para o sul. Assim, e como a Venezuela está ao Norte de Roraima, a identificação desses 50 produtos irá dar aos gestores comerciais e industriais privados de Roraima uma excelente perpectiva de incremento bilateral de comércio. E também dá para os gestores públicos a possibilidade de produzir um programa de desenvolvimento regional voltado para a exportação.

Assim caminhando creio encontramos a vocação roraimense voltada para o comércio exterior.

PS.: Independenete dos governos atuais e pensando no futuro, qual, na sua opinião a melhor alternativa de desenvolvimento regional para Roraima?

Acesso nacional ao Monte Roraima

by

Sem duvida o Monte Roraima, que inclusive empresta seu nome ao Estado, e o mais importante e conhecido ponto turistico de toda regiao que abrange Roraima e a Venezuela. Turistas do mundo inteiro chegam a Venezuela para visitar o Monte Roraima. Pagam caro por isso.

Todavia o mais interessante e que os turistas brasileiros precisam ir a Venezuela, pagar para os venezuelanos para poderem subir. E pelo lado da Venezuela somente.

O Monte esta exatamente na divisa entre os dois paises e mais a Guyana. E a chamada triplice fronteira. A pergunta ‘e: Por que nao se tem acesso ao Monte Roraima pelo lado brasileiro? A resposta ‘e a seguinte: Pelo lado brasileiro o Monte apresenta uma inclinacao negativa de aproximadamente 600 a 800m de altura. A escalada so ‘e permitida para experientes alpinistas. Mas poderia ser totalmente realizavel se um teleferico, tipo bondinho do Pao de Acucar do Rio de Janeiro, fosse construido do lado do Brasil. O turista subiria esses 800m pelo teleferico e dai prosseguiria se assim desejasse ate o pico.

Na base do teleferico seria montada uma infraestrutura hoteleira de alto nivel para os turistas que desejassem se hospedar por ali e usar o teleferico.

No mais seria estrada de bom nivel, servicos de hotelaria, internet, TV, etc

Isso sim desevolvera o turismo em Roraima. A partir dai nao precisariamos ir ate a Venezuela e ao contrario poderiamos receber os turistas do mundo inteiro que vistam aquele ponto turistico constantemente.

Isso e mais uma ideia para ser discutida e aprimorada pelo internautas e comentaristas desse Blog. Tenho o proposito de discutir e ampliar a participacao. Conto com seu comentario.

PS O que voce achou da ideia? Vale a pena tentar?

Palestra Sobre Mercado da Venezuela para Roraima

by

Na manhã  de hoje fiz uma palestra para técnicos ligados ao setor de produção de MPEs do SEBRAE-RR sobre o mercado da Venezuela para produtos de Roraima.

Mostrei por meio de pesquisa que há um bom mercado naquele país para produtos como carne bovina, leite fresco, embutidos, frangos de corte, milho, soja, além de móveis de madeira e portas.

A idéia é, antes de tudo, conhecer o mercado para então fomentar a produção local. Até agora as políticas públicas adotadas em Roraima, no setor da agropecuária, foram no sentido de incentivar a produção. O mercado ficou sempre em segundo plano. Isso não contribuiu tanto na competitividade da empresa roraimense e em especial quando se pensa em mercado exterior.

Vamos aprofundar ainda mais o trabalho que poderá servir de subsídio para outros trabalhos complementares visando a inserção de Roraima no mercado internacional, sempre falado, mas pouco estudado, principalmente quanto à propalada posição geográfica privilegiada.